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Novidade em POA: conheça o delicioso português Tasca 81

Ontem à noite eu fui transportada à “terrinha” ao conhecer o Tasca 81, novo gastrobar lusitano de Porto Alegre.

O local está aberto em soft open (período de ajustes da equipe e do cardápio) há cerca de três semanas. Na mesa, encontramos uma mensagem que explicava essa fase e dizia:

“Criamos esse cantinho de Portugal para relembrar dos nossos melhores momentos por lá!”

Os pratos eram tão bem feitos e o ambiente era tão amigável que digo uma coisa pra vocês: esse cantinho também me fez lembrar dos meus melhores momentos em Portugal. ❤️

 

(As frases entre aspas que você vai ver nesse post estão escritas na parede e no jogo americano do restaurante.)

“Silêncio
que se vai
cantar o fado!”

Tasca 81 – Ambiente

Colocamos o endereço no Uber e quando chegamos lá eu levei um susto: eu já conhecia aquele lugar, era um salão de beleza que eu costumava frequentar.

Mas a repaginada do espaço me encantou de cara…

A casa, que antes era cinza, iluminou-se vestida de branco. Pequenos detalhes em azul trouxeram a combinação perfeita para um estabelecimento português. No pátio, um ambiente super acolhedor ao ar livre.

Tasca 81 fachada

Tasca 81 | Pátio

O belíssimo projeto arquitetônico foi feito pela Dafne Tedesco (proprietária da casa ao lado do marido, o cozinheiro, Mateus Schmidt – vou falar mais deles daqui a pouco!).

Tasca 81 projeto arquitetonico

Tasca 81 | Salão interno

Eu fiquei encantada com o ambiente super moderno, mas que trazia várias referências bem tradicionais, como azulejos, cerâmicas, fotos e objetos. Destaque para a inteligentíssima parede de boinas!

Tasca 81 – Drinks autorais

O Tasca 81 se apresenta como um gastrobar de Petiscos e Copos. Os “copos” vêm da expressão “tomar uns copos” – forma como os portugueses convidam os amigos para sair para beber.

Bora começar tomando uns copos então! 🙂

Tasca 81 bar

Tasca 81 | Bar

Os cocktails da casa foram elaborados pelo talentosíssimo mixologista Renato Mussa (responsável pelo ótimo cardápio de drinks do Dry).

Tasca 81 drinks

Tasca 81 | Lisboeta e Laranjeiras

Fomos de Lisboeta (R$ 27) – vinho verde, xarope de coentros, cointreau, suco de pomelo, Ginginha e Orange Bitter. Super equilibrado, muito gostoso.

Tasca 81 Laranjeiras

Tasca 81 | Lisboeta

“Vamos,
meu amigo,
a mais um copinho!”

Também escolhemos o Laranjeiras (R$ 27) – Absolut Citron, geleia de laranja com pimenta, suco de limão, Elderflower, xarope de româ e espumante brut. Bem cítrico, ainda mais delicioso!

Tasca 81 drink

Tasca 81 | Laranjeiras

“O vinho é coisa santa,
que nasce da cêpa torta,
a uns faz perder o tino,
a outros errar a porta.”

Preciso destacar, ainda, que também pedi uma tacinha de vinho da casa (R$ 15) e ele era muito bom!

Tasca 81 Aline Rocha

Tasca 81 | Eu e o vinho da casa

Tasca 81 – Gastronomia portuguesa

O menu, assinado pelo chef Mateus Schmidt, conta com várias opções de petiscos (bons para compartilhar e comer acompanhando os “copos”), pratos de bacalhau e de arroz caldoso.

“Quem nesta casa se abriga,
venha lá donde vier,
se vem de feição amiga,
tem na mesa o seu talher!”

Abrimos os trabalhos com os Peixinhos da Horta (R$ 16) – vagem frita no tempurá, servida com um molhinho de maionese de curry e limão que ornou muito bem!

Os Peixinhos da Horta portugueses são feitos com vagens grandes ou com outros vegetais. Achei que a nossa vagem tradicional foi uma ótima escolha aqui!

Tasca 81 peixinho da horta

Tasca 81 | Peixinhos da horta

Também pedimos os croquetes de alheira (R$ 22,50), que vieram acompanhados de um molho de mostarda e mel.

A alheira é um embutido feito com carnes (de gado, aves, porco), com pão. A produzida na região de Mirandela é um grande clássico do país, e foi eleita uma das Sete Maravilhas da Gastronomia Portuguesa.

Em Portugal experimentamos a alheira de Mirandela no Porto, no restaurante Escondidinho, e adoramos! Então fiquei muito feliz quando provei esses croquetes e senti aquele mesmo sabor que eu tinha sentido lá. Delícia demais!

Tasca 81 croquetes de alheira

Tasca 81 | Croquetes de alheira

Muito satisfeitos com as entradas, fomos aos principais.

O Vini escolheu um Bacalhau Gomes de Sá (R$ 49). Era dele, mas eu quase comi o prato inteiro, de tanto que roubei. Bacalhau molhadinho e super temperado, batatas caramelizadas na medida, e as azeitonas estilo tapenade. Excelente!

Tasca 81 Bacalhau Gomes de Sá

Tasca 81 | Bacalhau Gomes de Sá

Eu sou apaixonada por arroz! Então quando li a descrição do Arroz de Tamboril (R$ 37,40) no cardápio – Tamboril servido com arroz “malandrinho” ao molho com base de pimentões e tomate – decidi que seria esse mesmo.

Eu comi um excelente Arroz de Tamboril em Sintra e, de novo, senti nesse prato os sabores lusitanos.

Ahhh, e para a minha alegria, ele veio cheio de coentro. Amo!

Tasca 81 arroz de tamboril

Tasca 81 | Arroz de Tamboril

De sobremesa, pedimos para dividir um Fudge do Algarve (R$ 18) – fudge de chocolate belga 70% cacau, com calda de chocolate, gel de laranja e tuille de amêndoas e laranja.

Apenas: chocolate + laranja = melhor combinação!

E olha que linda essa apresentação! 😍

Tasca 81 Sobremesa

Tasca 81 | Fudge do Algarve

Ah, destaque também para o atendimento impecável e para a trilha sonora, que mescla músicas portuguesas e brasileiras.

Quando terminamos de jantar, eu olhei para o Vini e disse: “me senti em Portugal, fiquei emocionada”! ❤️

Tasca 81 – A história por trás do negócio

Já citei eles antes, mas agora que vocês provavelmente já estão tão apaixonados pelo Tasca 81 quanto eu, vou apresentar o casal por trás dessa casa linda: a Dafne e o Mateus.

Os dois são formados em Arquitetura e Urbanismo, mas em 2016 o Mateus resolveu mudar de área e migrar para a gastronomia. Com formação em gastronomia pela EGAS, Mateus decidiu estudar em Portugal e os dois se mudaram para Lisboa (onde viveram por aproximadamente um ano). Formou-se pela ACPP (Associação de cozinheiros Profissionais de Portugal) e trabalhou em restaurantes como o Clube do Bacalhau, em Lisboa.

A Dafne é a responsável pelo salão e, como contei lá em cima, também assinou o projeto arquitetônico da casa. Mateus falou pra gente que a ideia é que esse tenha sido o último projeto da vida dela. Agora, é só comida pela frente! 🙂

Tasca 81 Dafne e Mateus

Tasca 81 | Os proprietários Mateus e Dafne – dois queridões!

“Nasci com viagem marcada,
Para quando não sei
Do que tenho não levo nada,
Só levo aquilo que dei”

Enfim, tenho certeza de que voltarei muuuuito nesse lugar! Até porque ainda preciso experimentar o Pastel de Bacalhau, o Pica Pau, a Francesinha, o Bacalhau às Natas, o Arroz de Camarão, a Sericaia e tudo mais que eles têm no cardápio!

Tasca 81 ganhou o selo #SPDVRecomenda! ❤️

 

Serviço:

Tasca 81
Endereço: Rua Felipe Neri, nº 81.
Funcionamento: Aberto de terça a sábado, das 18h às 00h
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* O jantar no Tasca 81 foi feito a convite das Famintas

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Achados Airbnb: cinco casas incríveis no RS

Geralmente procuramos por locações no Airbnb depois de ter em mente o lugar para onde estamos indo. Mas às vezes a própria hospedagem se torna uma experiência completa – e o destino final!

Hoje vou dividir com vocês um dos meus “tesourinhos” – as casas aqui do Rio Grande do Sul que salvei no Airbnb pra reservar um dia (e uma que já conheci – e amei!). 🙂

Sítio dos Cogumelos

Que tal ficar hospedado em uma casa que poderia ter sido projetada pelo J. R. R. Tolkien?

Na zona rural de Gramado existem duas casas no maior estilo “Hobbit” disponíveis para aluguel pela plataforma – a Eliot e a Baúba, construída no Sítio dos Cogumelos.

Cogumelos 2

Casa Eliot| Foto: divulgação Airbnb

Além disso, os hóspedes podem passear pela propriedade e conhecer a produção de cogumelos do local. Bacana, né?

Sitio dos cogumelos

Casa Baúba| Foto: divulgação Airbnb

Ah, é um ótimo lugar pra observar e fotografar as estrelas, devido a iluminação baixa de onde elas estão localizadas.

Links AirbnbCasa EliotCasa Baúba.

Chalé Caravaggio

O Chalé Caravaggio é uma propriedade simples e tranquila, perfeita para descansar e desconectar do celular (desconectar de verdade, lá o sinal não funciona).

Mas esse é o principal objetivo de quem se hospeda nessa casa – recarregar as energias em meio à natureza.

Caravaggio 2

Chalé Caravaggio| Foto: divulgação Airbnb

A casa é toda coloridinha, super fofa, e ainda conta com um fogãozinho à lenha para aquecer os dias frios.

Caravaggio

Chalé Caravaggio| Foto: divulgação Airbnb

Link Airbnb: Chalé Caravaggio

Estância Lomba Grande

Essa casa aqui é o meu destino de Airbnb dos sonhos – setor luxo! 😍

A Estância Lomba Grande oferece paisagens únicas e um encontro íntimo com a natureza, além de quartos elegantes e ambientes super modernos e bem decorados.

Estancia Lomba 2

Estância Lomba Grande | Foto: divulgação Airbnb

A propriedade está localizada em uma área de Preservação Permanente – são 350 mil m² de Mata Atlântica virgem, com nascente, riacho e até uma cachoeira privativa!

Sabia que a Gisele Bündchen fotografou para a Vogue exatamente nesse lugar?

Estancia Lomba

Estância Lomba Grande | Foto: divulgação Airbnb

Dos sonhos!

Link Airbnb: Estância Lomba

Sítio Pitanga Nativa

Imagine-se num cenário do filme Sob o Sol de Toscana, com uma centenária casa de pedra, rodeada por um lindo gramado e muita vegetação nativa. Siga caminhando e encontrará animais adoráveis, como ovelhas, patos, galinhas, cavalos e, seguindo sua caminhada, se deparar com um lindo lago, com um quiosque para contemplação ou um brinde.

Esse é o Sítio Pitanga Nativa, localizado no pequeno município de Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha.

Pitanga Nativa 1

Sítio Pitanga Nativa | Foto: divulgação Airbnb

O café da manhã é servido na casa da proprietária, no mesmo pátio. (A casa de pedra foi construída por volta de 1877 pelos seus bisavós.)

Eu conheci o Pitanga Nativa pelos queridos Cléo e Beto, que são aqui de Porto Alegre e também têm um blog de viagem. Eles contam mais sobre a experiência na casa nesse post. 😉

Pitanga Nativa 2

Sítio Pitanga Nativa | Foto: divulgação Airbnb

Link Airbnb: Sítio Pitanga Nativa

Refúgio La Ventana

Localizada nos Campos de Cima da Serra (no distrito de Cazuza Ferreira), o La Ventana é um refúgio para trocar o feed do celular por um livro, admirar a paisagem e conversar em frente à lareira, ouvindo um disco de vinil.

É um ótimo lugar para desconectar da vida urbana, ouvindo o som da correnteza que passa em frente à propriedade.

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Refúgio La Ventana | Foto: divulgação Airbnb

Ah, e a casa é incrível por dentro, cheia de objetos de antiquário. Super estilosa!

CASA 1

Refúgio La Ventana | Foto: divulgação Airbnb

Dessa lista, a La Ventana é a única que eu já me hospedei. A minha estadia por lá rendeu um post pro blog, em que conto toda a minha experiência na casa. Clica aqui pra ler. 😉

Link Airbnb: Refúgio La Ventana

Ainda não é cadastrado no Airbnb? Clica aqui para receber R$179 de desconto na primeira reserva que fizer no valor de R$250 ou mais! 🙂

 

E aí, você vai se hospedar em uma dessas antes de mim? Se fizer isso, não deixa de me contar, hein? 😉

 

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Gramado além do fondue: restaurantes que você precisa conhecer na cidade

Gramado é conhecida pelas suas sequências de fondue, mas além das muitas casas especializadas nessa experiência gastronômica (que eu também gosto muito), a cidade conta com diversos restaurantes incríveis.

Se quer comer bem durante sua estadia por lá, não pode perder as dicas desse post! 😉

George III

Com inspiração na realeza britânica, o restaurante George III surpreende nos detalhes.

A decoração encanta desde a fachada. São diversas salas diferentes, muitos quadros, mesas e cadeiras lindas (cada cantinho é um flash!). Além disso, a ambientação inglesa segue na música que toca ao fundo – sempre de bandas e cantores ingleses.

Nos pratos, esse cuidado se reflete: tudo é muito bem apresentado.

As ostras que pedi de entrada foram cobertas com um interessantíssimo “ar cítrico”.

George III Ostra Gratinada

George III | Ostras gratinadas

O impecável Beef Wellington (filé mignon envolto em parma, creme de cogumelos e massa folhada) veio acompanhado de um creme de queijo serrano SENSACIONAL e de cogumelos tostados.

George III Bife Wellington

George III | Bife Wellington

Recomendo muito para um jantar especial. É um lugar para se sentir um rei ou rainha!

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 1489.
Funcionamento: Aberto de terça a domingo, das 19h à 0h.

Casa Aveiro by Dolores

O novíssimo Casa Aveiro é um sucesso instantâneo em Gramado. A casa, especializada em culinária portuguesa (a primeira da região), é comandada por Kátia Aveiro, irmã do jogador de futebol Cristiano Ronaldo.

O atendimento é impecável e a comida é muito bem elaborada, feita com ingredientes de qualidade. No cardápio, muitos pratos da gastronomia tradicional portuguesa, com o tempero especial da família – principalmente da matriarca, Dolores.

Aliás, o prato que eu pedi levava o nome dela: Bacalhau com molho de coco à moda Dolores. Bom demaaais!

Casa Aveiro bacalhau

Casa Aveiro | Bacalhau à moda Dolores

Ah, recomendo pedir o Pastel de Nata de sobremesa, foi o melhor que já comi fora de Portugal.

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 2507.
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 12h à 0h.

Rasen Platz

Localizado em um dos pontos turísticos mais famosos de Gramado – a Rua Coberta, o Rasen Platz foi inspirado no estilo das cervejarias de Munique.

O lugar é animado: os visitantes são recebidos por uma legítima bandinha alemã! (Ah, os atendentes também trabalham com essa mesma vestimenta típica que os integrantes da bandinha estão usando.) É pra se sentir na Baviera, né? 🙂

Bandinha alemã

Rasen Platz | Banda alemã

O Rasen Platz oferece um menu inspirado na gastronomia germânica, e conta com petiscos e também com pratos maiores. Além disso, o restaurante apresenta em sua carta de bebidas todo o portfólio da cervejaria.

Já estive lá duas vezes e nas duas escolhi a mesma opção como prato principal: o maravilhoso Eisbein (joelho de porco). A carne desmancha, o purê é leve e cremoso e o chucrute… é chucrute, né? Bom demais! 🙂

Rasen Platz Eisbein

Rasen Platz | Eisbein

Leia mais sobre o Rasen Platz e sobre os outros estabelecimentos da Rasen Bier em Gramado nesse post. 😉

Endereço: Rua Madre Verônica (rua Coberta), nº 5.
Funcionamento: Aberto de terça a sábado, das 8h às 18h.

Boreal Rasen Gastropub

Cerveja de qualidade, bons drinks, ambiente aconchegante e comida gostosa: esse é o Boreal Rasen Gastropub.

O cardápio é super variado e conta com pratos individuais e também pra dividir, além de hambúrgueres, tábua de frios e antepastos, e petiscos.

Pedimos alguns pratos para experimentar, mas o grande favorito da mesa foi o filé à parmegiana, que chegou suuuuper crocante, acompanhado de linguini ao sugo (linguini é o formato de massa que eu mais gosto!).

Boreal filé parmegianna

Boreal Rasen Gastropub | Filé à parmegiana com linguini

E fica a dica: se você “é da night”, o bar também conta com música ao vivo em alguns dias da semana. Você pode acompanhar a programação na página deles no Facebook.

Leia mais sobre o Boreal Rasen Grastropub e sobre os outros estabelecimentos da Rasen Bier em Gramado nesse post. 😉

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 2497.
Funcionamento: Aberto de domingo a quinta, das 17h30 à 0h30; sexta e sábado das 17h30 à 1h.

Quintanilha

O Quintanilha é um buffet de comidas caseiras com um “toque gourmet”. Os pratos são muito bem feitos e saborosos. Na mesa, são servidos entrecot ou frango grelhados, conforme solicitado pelo cliente.

O restaurante é mais um empreendimento do chef Edevaldo Nunes, responsável pela implantação dos restaurantes da rede Dado Bier Pub (RS), trabalhando como chef e consultor durante 20 anos.

Quintanilha Gramado Edevaldo Nunes

Restaurante Quintanilha | Chef Edevaldo Nunes

Assim como na unidade do centro de Porto Alegre (onde almoço frequentemente), o grande destaque do quintanilha é o buffet de saladas. São muitas combinações gostosinhas e bem temperadas.

Pra quem gosta de saladas e comidas frias, esse lugar é um prato cheio!

Quintanilha Gramado buffet

Buffet de saladas do Quintanilha

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, 1595 (em frente ao lago Joaquina Rita Bier).
Funcionamento: Aberto de terça a sexta, das 11h30 às 14h30; sábados e domingos das 12h às 15h.

Cantibello

O restaurante Cantibello fica dentro de um paiol desativado, em meio à uma natureza exuberante, na zona rural de Gramado.

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Cantibello

O local serve um buffet no qual os destaques são as massas artesanais e polentas. Sim, polentaS, no plural! São três tipos de polenta mole: tradicional, aos quatro queijos e a inusitada polenta com menta e linguiça.

Também são servidos saladas, antepastos, sopa de capeletti, rabada, frango assado e carne de panela e diversos molhos.

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Cantibello | Polenta mole com queijo e molho de linguiça

Depois do almoço, você é convidado a fazer um passeio pelo sítio, onde ovelhas, patos e galinhas passeiam livremente. É uma delícia de lugar!

Escrevi um post inteirinho só falando do Cantibello. Clica aqui pra ler! 😉

Endereço: Estrada Professora Elvira A. Benetti – Linha 28.
Funcionamento: Aberto de sexta a domingo, das 12h às 16h.

Olivas de Gramado

O Olivas de Gramado é o primeiro empreendimento do Rio Grande do Sul dedicado ao olivoturismo. Localizado a 14km do centro de Gramado, o complexo proporciona aos seus visitantes uma experiência completa em torno da olivocultura – como tour pelas oliveiras e degustação de azeites e infusões produzidas na casa.

Além disso, o espaço conta com um restaurante que tem a proposta de resgatar as antigas receitas familiares dos imigrantes que colonizaram a região, oferecendo pratos que valorizam a identidade cultural da Serra Gaúcha.

Ah, repara nessa vista incrível! 😍

Restaurante Olivas de Gramado

A vista do restaurante do Olivas de Gramado

O carro-chefe da casa é o Menu Raízes, que oferece uma sequência de pratos que inclui sopa de capeletti, tagliatelle ao molho caipira, tortéi, polenta, carne de panela, costelinha de porco na cerveja preta e galinha caipira.

O restaurante trabalha com o conceito “Farm to Table” – trabalha com insumos de produtores da região e da própria horta da propriedade.

Olivas de Gramado galinha caipira

Olivas de Gramado | Galinha caipira

Quer saber mais sobre a experiência que tivemos no Olivas de Gramado? Clica aqui pra ler o post completo! 😉

Endereço: Rua Vereador José Alexandre Benetti – Linha Nova.
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 10h às 18h, com exceção das quartas-feiras.

Ciao

Quer um almoço mais simples, para comer rapidinho e continuar curtindo as atrações de Gramado? Então vá na Ciao!

A famosa pizzeria napoletana de Porto Alegre agora tem um espaço em Gramado, na galeria da Rua Borges de Medeiros, quase em frente à Rua Coberta.

A marca possui o selo da Associazione Verace Pizza Napoletana (AVPN), entidade italiana que certifica endereços onde a receita tradicional é seguida à risca.

Ela tem uma massa super leve e os recheios são deliciosos!

Ciao Gramado

Ciao | Pizza napoletana

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 2727 – Centro.
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 11h30 às 22h30.

Tem mais dicas de restaurantes em Gramado pra me dar? Comenta aqui em baixo! 🙂

 

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Turismo gastronômico: as comidas típicas do Marrocos

Para mergulhar na cultura de um país, é preciso degustar a gastronomia local – essa é a minha principal premissa de viagem. Eu amo experimentar temperos, ingredientes e pratos tradicionais dos lugares que visito.

No Marrocos não foi diferente. Assim como na Jamaica e em Portugal, fizemos uma verdadeira imersão gastronômica. Provamos comida de rua, fomos a bons restaurantes e até participamos de um curso de culinária marroquina.

No post de hoje vou te contar quais são as comidas imperdíveis pra quem quer fazer turismo gastronômico por lá! 😋

Tajine

Eu não poderia começar essa lista com outra comida a não ser o Tajine (ou tagine). Tajine é o nome do prato mais tradicional do Marrocos – e também é o nome da panela de barro na qual ele é feito.

Ela resiste a altas temperaturas e o seu formato de cone faz com que o vapor circule e auxilie na cocção – fazendo com que as carnes fiquem muito macias. O prato é servido nessa mesma panelinha, ainda fervilhando.

Existem diversas variações de tajines. Os mais comuns são de frango azeitona e limão confitado (o meu favorito!), kafta com ovos, cordeiro com frutas secas e oleaginosas, peixe e legumes.

Eu comi todos esses e até comprei uma panela pra tentar reproduzir em casa o que aprendemos a fazer no curso de culinária que fizemos por lá! 🙂

Frango azeitonas

Tajine

Cuscuz

O cuscuz marroquino é diferente do que se come no Brasil. Lá a sêmola (cozida no vapor ou na água) é servida coberta com um ensopado de legumes ou carnes – é uma refeição completa.

Eu sou apaixonada por cuscuz e adorei os que comemos por lá – principalmente o do restaurante La Cantine des Gazelles (falei mais sobre esse e outros restaurantes aqui).

Ele também pode ser servido para acompanhar algum prato, mas nesse caso não é chamado de cuscuz (o nome do prato), apenas de sêmola (ingrediente).

Cuscuz marroquino com frango e legumes

Cuscuz

Pão Berbère

Prepare-se para se apaixonar pelo pão marroquino! Em todos os restaurantes que você for, assim que sentar na mesa, vai receber uma cestinha de pães.

Para os marroquinos mais tradicionais, que comem com a mão, o pão também serve como um utensilio para auxiliar no momento da refeição.

Feito de maneira artesanal, o pão marroquino (ou Berbère) geralmente leva apenas  farinha de trigo, sêmola e água, e é assado em formato achatado no forno de barro.

Recomendo muito o pão servido no Nomad, Le Jardin e Cafe des Épices (os três restaurantes são da mesma rede). Ele tinha trigo moído grosso na casca e o miolo bem leve. Bom demais!

Le Jardin_pães

Pão Berbère – Restaurante Le Jardin

Harira

A sopa Harira, feita com lentilhas e muitas especiarias, é um prato super tradicional no Marrocos – principalmente no período do Ramadam (mês em que os muçulmanos jejuam até o pôr do sol). Geralmente é com esse prato que os marroquinos quebram o jejum no fim do dia.

A sopa é servida com pão, limão e tâmaras bem docinhas.

Eu amo sopa de lentilha, faço sempre em casa, então adorei a temperada Harira!

Harira

Harira

Tangia

Assim como no caso do Tajine, a Tangia é o nome do prato e também da panela na qual ele é preparado.

A Tangia é um cozido de carne de gado preparado em um forno subterrâneo (existem muitos fornos públicos na cidade), por cerca de 7 a 8 horas. É como se fosse uma comida de pique-nique para os marroquinos, eles costumam levar a panelinha para comer em parques e reuniões. Ah, a Tangia é tradicionalmente preparada por homens.

O resultado é uma carne muito macia e suculenta, que se desmancha na boca. Um deleite para os carnívoros!

Nós comemos esse prato no Le Jardin, mas você encontra facilmente nas bancas da praça Jemaa el-Fna*.

*A praça Jemaa el-Fna é a principal e mais movimentada praça de Marraquech. De dia o local conta com encantadores de serpentes, músicos, dançarinos, mulheres que tatuam com hena, bancas de frutas secas e de sucos. À noite, são as barracas de comida típica que dominam a praça – juntamente com centenas de turistas e locais.

Le jardin_tanjia

Tangia

Babouche (Sopa de caracóis)

Quem aí teria coragem de experimentar a Babouche – a popular sopa de caracóis do Marrocos?

Na praça Jemaa el-Fna ela é servida em três tamanhos. A sopa é servida em uma cumbuca com um palitinho – que você usa para espetar os caracóis.

O caldo é muito bem temperado, gostoso. Se não quiser comer as lesminhas, experimente apenas o caldinho.

Coraaaaagem, gente! kkk

Sopa de Caracol - bacia

Babouche

Brochette

Os espetinhos de carnes (Brochettes) são uma das principais comidas de rua de Marrakech.

Essa é mais uma iguaria que você pode experimentar na praça Jemaa el-Fna – a maioria das bancas de comida lá vendem os Brochettes (e os vendedores são verdadeiros caçadores de turistas, e comemoram cantando e dançando quando alguém escolhe a sua banca para jantar).

Churrasco

Banca de Brochettes – praça Jemaa el-Fna

Os espetinhos são muito saborosos, com aromas bem marcados pelas especiarias da região. Elas são servidas com diversos acompanhamentos, como pastilla (salgado de massa folheada com recheio agridoce), legumes, pães e azeitonas.

Brochettes Marrocos

Brochettes

Azeitonas

As azeitonas estão em todas as refeições e sempre são servidas como entradinhas nos restaurantes. Existem muitas variedades de azeitonas e de temperos nos quais elas são envolvidas, então elas são sempre bem diferentes umas das outras.

Algo que me chamou bastante a atenção é o fato de as azeitonas marroquinas não terem o gosto forte de conserva como as brasileiras – você consegue sentir o sabor mais natural do fruto.

Mesmo se não for fã de azeitona, experimente! 😉

Azeitonas

Azeitonas

Frutas Secas e oleaginosas

Nas bancas das medinas, nos cafés da manhã e nos pratos típicos: as frutas secas e oleaginosas estão por toda a parte.

As mais utilizadas são as amêndoas, castanhas, nozes, ameixas, figos, damascos e tâmaras.

Se você gosta desse tipo de alimento, aproveite para se fartar! 😋

Sementes

Banca de frutas secas e oleoginosas

Café da manhã: Baghrir e Msemmen

As comidinhas do café da manhã marroquino merecem um destaque especial. Eu sou apaixonada por essa refeição e adorei os quitutes servidos nos riads, especialmente as massinhas que acompanhavam as geleias: Baghrir e Msemmen.

O Baghrir é uma panqueca cheia de pequenos furinhos. Além de gostosa, eu achei lindíssima.

Café da manhã Marrocos

Baghrir

O Msemmen é o mais típico crepe marroquino, de massa fininha e folheada. Delícia demais!

Doces

Os doces marroquinos são um caso à parte na minha história de amor pela gastronomia do país. Eu tinha acabado de sair de Portugal (onde fiz um delicioso tour de doces típicos), e a decepção aconteceu, não nego.

A confeitaria marroquina leva muito mel, tâmara, figo, água de flor de laranjeira, amêndoas, nozes e gergelim.

Na praça Jemaa el-Fna existem diversos ambulantes de doces, que vendem doces muito bonitos, de cores variadas. Experimentei alguns e achei todos muito secos, com o mesmo gosto… sem graça.

Mas né, em um food tour não pode faltar. Experimente e tire suas próprias conclusões. 😉

Marrakech doces

Doces marroquinos

Sorvetes

O Marrocos é um país muito quente no verão (pegamos cerca de 40ºC) e nada como um sorvetinho para refrescar, não é mesmo?

Eu já contei aqui que sou apaixonada por sorvete, então aproveitei para conhecer algumas das sorveterias do entorno da praça Jemaa el-Fna.

Existem opções muito diferentes e curiosas, de ingredientes e doces locais (como o “Cornes de Gazelle” – doce típico do país, à base de amendoas).

Super vale a pena dar uma passadinha nas sorveterias que você ver pelo caminho para provar sabores que você só vai encontrar por lá!

Sorveteria 1

Sorvete sabor “Cornes de Gazelle”

Sucos

No Marrocos, você vai ter dificuldade para encontrar bebidas alcoólicas pois a religião muçulmana proíbe o álcool, e a maioria das lanchonetes e restaurantes respeita essa regra. Durante os cinco dias que ficamos lá, não encontramos em nenhum dos lugares que fomos.

Por isso, eles MANJAM MUITO nos sucos de frutas! São todos incríveis!

Pelas ruas e nos restaurantes você vai encontrar as mais diversas variações de sucos de frutas – tudo muito fresco e saboroso.

Corner Cafe

Sucos do Corner Cafe

Chá de hortelã

O chá de hortelã é a bebida mais consumida do país, e você certamente vai ser recebido em seu hotel ou riad com um chá bem quente – servido com uma larga distância entre o bule e o copinho. É muito bonito de ver essa técnica dos marroquinos!

No Marrocos, beber o chá também é uma cerimônia, um momento de conversa, de troca de experiências, uma tradição que demonstra hospitalidade.

Eu sou apaixonada por chá e bebo regularmente, mas foi bem diferente dessa vez, quando vi todo um significado por trás dessa infusão de ervas, um ritual transmitido de geração para geração. Quando um alimento ou bebida conta uma história, se torna ainda mais especial, né?

Chá de hortelã

Chá de hortelã

E aí, você ficou com vontade de ir pro Marrocos pra comer tudo isso e mais um pouco ooooou você é do tipo que teria que levar muitas comidinhas na mala porque não tem vontade de comer nada disso? Comenta aqui em baixo! 😉

 

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Comer bem e barato em Marrakech: Corner Cafe

Nomad, o restaurante moderninho de Marrakech

 

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Cozinhar é um ato revolucionário no Iacitatá

Algumas semanas antes de viajarmos para Belém, o “Tempero de Família”, do GNT, apresentou uma série de episódios sobre a cidade.

Uma cena do programa me chamou muito a atenção: uma moça defendia que era muito estranho que os próprios brasileiros chamassem a comida amazônica de “exótica”. “Exótico não é o que é daqui, exótico é o que vem de fora”, salientou Tainá Marajoara, dona do Iacitatá.

Achei isso muito forte e bonito quando ouvi, me marcou pra sempre. Nunca mais usei a palavra “exótico” em vão! 🙂

iacitata taina marajoara

Tainá Marajoara | Foto: divulgação

Tainá já rodou o mundo falando sobre os ingredientes da Amazônia, é conselheira nacional de cultura alimentar e ativista de direitos humanos.

Iacitatá: cultura alimentar e sociobiodiversidade

O Iacitatá se define como “um espaço de circulação da produção da cultura alimentar e produtos da sociobiodiversidade”. O restaurante investe em uma cozinha criativa, cultural e saudável para as pessoas e para o planeta.

Foram a Tainá e o Carlos Ruffel, seu companheiro e também cozinheiro da casa, que nos receberam lá.

Almoçar no Iacitatá é uma aula! A Tainá explicou a origem de cada prato que nos serviu, falou os nomes dos produtores responsáveis pelos ingredientes e também contou com orgulho que não servia nada industrializado, nem com agrotóxicos.

Ah… e além de comida saudável e correta, tudo era muuuuuito gostoso!

Vem ver como foi!

O almoço no Iacitatá

Começamos com o Pavulagem: pão de abaeté com queijo do Marajó e tacacarana (jambu, chicória, alfavaca e tucupi).

O pão era uma delícia, feito na casa, e o tacacarana era como pesto do amazonas. E o queijo do Marajó derretido… bom demais!

Pavulagem Iacitatá

Pavulagem

Depois pedimos um Guereré: caldo de tucupi, jambu, chicória, alfavaca e cipó d’álho fervido com carcaça de peixe.

O sabor era muito parecido com o do tacacá, mas não tinha os camarões secos e nem a goma. Tucupi é vidaaa!

Guereré Iacitatá

Guereré

Alimentação típica dos vaqueiros dos campos do marajó: esse é o Frito do Vaqueiro – carne de búfalo preparada na própria banha, só com sal.

Tão bom comer um prato assim, cheio de história! (Ainda mais acompanhado da farofinha feita com as maravilhosas farinhas de Belém!)

Frito do vaqueiro Iacitatá

Frito do Vaqueiro

O porco defumado pelas mulheres da Colônia Chicano* veio acompanhado de lundu (arroz e feijão com linguiça Chicano), e micau (banana cozida e amassada tipo purê).

*A Colônia Chicano é uma comunidade localizada a cerca de 50 km de Belém, e se estrutura em torno da comercialização dos ingredientes que produzem e de criações culinárias que valorizam a identidade cultural da região.

Na saladinha, provei pela primeira vez a fruta pupunha (é essa amarelinha!). Muito doce e macia.

Provar esse misto de sabores foi uma baita experiência!

Porco defumado Iacitatá

Porco defumado

E finalmente ela: a maniçoba!

A gente já tinha comido bolinho e linguiça de maniçoba, mas ainda não tínhamos provado o prato em si. O que eu tenho para dizer para você é: escolhemos o melhor lugar para isso!

No Iacitatá, a maniçoba é feita com técnicas ancestrais, em parceria com a Colônia Chicano. As carnes de porco são moqueadas e defumadas em talos de muruci, taperebá e canela, em seguida cozidas à lenha com folhas de mandioca (maniva) durante 7 dias.

Tava maaaaravilhosa! Foi o meu prato favorito do dia!

Maniçona Iacitatá

Maniçoba

De sobremesa, um delicioso bolinho de chocolate sem glúten. Puro sabor de cacau amazônico!

Bolo de chocolate Iacitatá

Bolo de chocolate

Ah, o espaço também vende alimentos de produtores da região. Você encontra lá farinhas, chocolates, arroz biodinâmico, entre outras coisinhas.

Enfim, foi uma experiência única, com comida de verdade, bem feita, com origem sustentável e local, e de muita qualidade.

No Iacitatá, cozinhar é um ato revolucionário! ❤️

 

Serviço:

Iacitatá Centro de Cultura Alimentar
Endereço
: Praça Frei Caetano Brandão, esquina com a rua Siqueira Mendes. Cidade Velha – Belém.
Funcionamento: de segunda a sexta, das 12h às 15h, e aos sábados das 9h às 17h.
https://www.facebook.com/iacitata/

 

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Gastronomia serrana: onde comer bem em São Francisco de Paula

Recentemente estive novamente em São Francisco de Paula, uma cidade que tenho bastante carinho.

Apesar de pertencer à Região das Hortênsias, São Chico (como é carinhosamente chamada) não teve tanta influência de imigrantes europeus, e não recebe tanto volume de turistas quanto as badaladas vizinhas Gramado e Canela.

O município ainda cultiva tradições campeiras, e guarda a alma tranquila de interior. Por lá, ao passear pela rua principal ou “lagartear” no Lago São Bernardo, você encontra com os moradores que costumam fazer o mesmo.

E, como toda a região serrana, lá se come muuuito bem!

Veja abaixo os restaurantes que mais gostei de conhecer na cidade:

Castelli Resto Pub

A comida do Castelli é muito deliciosa, mas um dos maiores destaques desse restaurante é o atendimento.

Fomos muito bem recebidos pelo garçom Maurício, que nos sugeriu todos os pratos.

Recomendo muito o Filé à Pimenta, carro-chefe da casa. O molho desse prato se parece com um caramelo, e tem um sabor incrível. Também tem pequenos pedacinhos de bacon crocante e cebolinhas em conserva douradas.

Castelli filé pimenta

Filé à Pimenta – Castelli Resto Pub

Tem um post inteirinho aqui no blog falando sobre o Castelli. Clique aqui pra ler! 😉

Endereço: Avenida Getúlio Vargas, nº 3218.

Pasta Nostra

Sabe comida italiana, simples e acolhedora, estilo “cantina”? Assim é o Pasta Nostra.

A casa é especializada em massas e filés, que chegam à mesa em porções muito generosas.

Logo que você senta na mesa, o garçom já oferece a entradinha mais famosa da casa: os pastéis variados, que vêm acompanhados de geleia e molho de pimenta.

Pasta Nostra pastel

Pastéis variados – Pasta Nostra

De principal, escolhemos o tortéi de abóbora com molho pesto. Eu aaamo tortéi!

Também pedimos o filé à Parmegiana, que é o carro-chefe da casa. Tava MARA, gente.

Pasta Nostra parmegianna tortéi

Tortéi e Filé à Parmegiana – Pasta Nostra

Pasta Nostra é comida que conforta! 🙂

Endereço: Rua Henrique Lopes da Silveira, nº 134.

Parador Hampel

O antigo Hotel Parque Veraneio Hampel se transformou em Parador Hampel e virou um dos principais pontos turísticos da cidade. O Hampel é hospedagem, é ecoturismo e é gastronomia, tudo em um só lugar.

Parador Hampel jardim

Parador Hampel

Almoçamos lá em um dia de semana, e a comida estava maravilhosa. Sem falar no clima super aconchegante do local, com as cadeiras cobertas de pelego.

Parador Hampel almoço

Cordeiro braseado e legumes – Parador Hampel

Depois do almoço, faça um passeio pela propriedade – existem trilhas demarcadas, ideais para a observação da flora e da fauna, e até uma cachoeira.

Ah, vale visitar o local aos domingos: nesse dia o pátio do Hampel recebe o evento A Ferro e Fogo, um churrasco à céu aberto (que eu ando louca pra ir!).

Todas as informações sobre hospedagem, cardápio e atividades você encontra no site do Hampel.

Capitão Chaves Bistrô

Colado na livraria Miragem (um dos principais pontos turísticos de São Chico), fica o Capitão Chaves Bistrô.

Capitão Chaves Bistrô

Capitão Chaves

Confesso que não experimentamos a comida de lá, apenas a cerveja da casa – muito gostosa. Mas esse é um espaço tão bacana, que acho que vale a dica.

O cardápio conta, ainda, com cafés, vinhos, bolos, tortas, salgados, petiscos e refeições.

Cerveja Capitão Chaves

Cerveja Capitão Chaves

Endereço: Avenida Júlio de Castilhos, nº 811.

Xis da Dona Laura

“Cheeseburger” é Nutella! Aqui no Rio Grande do Sul se come XIS!

E pra comer um dos melhores do Estado, você precisa conhecer o Xis da Dona Laura, um clássico de São Francisco de Paula.

Xis Dona Laura

Xis Dona Laura

O diferencial daqui é que, além de ser muito bem recheado, o queijo do lanche é o serrano. NHAM!

Xis Dona Laura lanche

Xis Dona Laura

A lanchonete conta, ainda, com uma loja de produtos coloniais, então por ali você também pode comprar algumas lembrancinhas gastronômicas pra levar pra casa.

Endereço: Avenida Júlio de Castilhos, nº 1011.

 

E aí, curtiram as dicas? Tem algum lugar que faltou aqui? Comenta aqui em baixo! 🙂

 

Para ler mais sobre São Francisco de Paula clique aqui.

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O querido Castelli Resto Pub, em São Francisco de Paula

O Castelli Resto Pub é a minha mais nova descoberta gastronômica em São Francisco de Paula, uma cidade pela qual tenho muito carinho e que adoro visitar.

Castelli Resto Pub

O ambiente é muito gostoso, rústico e aconchegante.

Castelli recepção

Castelli mesas

A comida no Castelli é uma delícia, saímos de lá muito satisfeitos. Salivamos com as entradas, consideramos o principal um prato imperdível e ficamos encantados com a sobremesa.

Mas hoje quero falar de um dos maiores destaques desse restaurante: o atendimento super querido que recebemos – e que guiou o nosso jantar.

O atendimento acolhedor do Castelli Resto Pub

Fomos recebidos pelo simpático garçom Maurício, e foi ele que nos sugeriu os pratos que escolhemos. De entrada, o risoles de abóbora recheado com carne seca, feito pela sua esposa, Joseane.

Gente, durante um tempo a minha mãe fez salgadinhos por encomenda para vender. Lembro de muitas tardes ajudando ela a passar os risoles, coxinhas e croquetes no ovo e na farinha. O resultado era realmente incrível – ela mandava muito bem!

Contei essa história porque quando dei a primeira mordida no risoles da Joseane e do Castelli, esse período da vida voltou à minha cabeça. Não tinha o mesmo sabor, mas era muuuito parecido com o da minha mãe: molhadinho por dentro, crocante por fora. Amei!

Castelli Risoles de moranga e carne seca

De principal, seguimos novamente a sugestão do Maurício e escolhemos o Filé à Pimenta. Não se engane pelo nome, não é nada parecido com um Filé au Poivre.

O molho é parecido com um caramelo, incrível. Também tem pequenos pedacinhos de bacon crocante e cebolinhas em conserva douradas.

Ah, o prato é para duas pessoas e são dois pedaços de filé – então cada um de nós pode escolher o seu ponto favorito. 🙂

Castelli filé pimenta

E então chegou na nossa mesa o proprietário do Castelli, o simpático Rafael. Foi ele que nos sugeriu de pedir a tortinha gelada da vovó de sobremesa.

O doce segue uma receita antiga, que era preparada pela matriarca da família. Nos ingredientes: nata, nozes, bolacha Maria e doce de leite. Tem como dar errado? 😋

Realmente tinha sabor de casa de vó. Uma delícia!

Tortinha da vovo_ Castelli

São Chico é uma cidade muito querida, né não? 🙂

– E um restaurante também pode ser chamado de “querido”, Aline?

– No SPDV pode sim! O Castelli é um queridão! ❤️

 

Serviço:

Castelli Resto Pub
Endereço: Rodovia RS-020, Km 87.
Funcionamento: de quarta à domingo, das 11h30 às 15h30, e de quarta à sábado, das 19h às 23h30.

 

Se quiser ler os outros posts sobre São Francisco de Paula, clique aqui.

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Almoço com vista: conheça o Azenhas do Mar

Um cenário cinematográfico: casinhas brancas na beira de um penhasco de frente para o mar. Lembra a Grécia, mas é a pequena vila de Azenhas do Mar, em Portugal.

Essa vista fica logo na entrada da cidade, ao lado de um estacionamento público: é o Miradouro das Azenhas do Mar.

Na beira da praia, se a maré estiver cheia, ainda rola uma piscina natural. Visual de tirar o fôlego, hein? 😍

Azenhas do Mar

A vilinha pertence à região de Colares, e está localizada a 15 minutos do centro de Sintra.

De Lisboa são cerca de 45 minutos (cerca de 30 km) – visitar esse lugar lindo também pode ser uma boa opção de bate-volta partindo da capital portuguesa.

Se quiser outras dicas de bate-volta partindo de Lisboa, leia esse post do site Quase Nômade.

Azenhas do Mar – almoço com a melhor vista

De cara para essa vista arrebatadora, a possibilidade de almoçar frutos do mar frescos e pratos da gastronomia clássica portuguesa.

Com o mesmo nome da praia, o Azenhas do Mar Restaurante e Piscinas fica de frente para o mar, descendo uma escadinha ao lado do mirante.

Fachada Azenhas

Logo na entrada, uma vitrine exibe diversos tipos de peixes e frutos do mar, sempre frescos – esse é o carro-chefe da casa.

Frutos do Mar Azenhas

Azenhas do Mar – o almoço

Algo que me chamou bastante a atenção nos restaurantes portugueses foi a questão do couvert. Na maioria dos lugares, a cobrança é feita por item. Se o garçom entrega na mesa pães, queijo, manteiga, biscoito e antepastos, você pode escolher apenas os que deseja consumir.

E o que não quiser, é só pedir gentilmente para retirar.

Bem, decidimos dispensar a manteiga e as azeitonas e ficamos com o pão e o queijo do Azeitão. Um belo start!

Azenhas do Mar_queijo

Embalados pelo som do oceano, e #sempressadealmoçar, de principal escolhemos uma cataplana de mariscos para duas pessoas.

O prato veio super bem servido e muuuito bem temperado. Devoramos!

Azenhas do Mar_caldeirada

Para o almoço ter sido perfeito, só faltou um vinho branco para acompanhar. Mas estávamos de carro, e dali seguimos rumo à Coimbra – então tivemos que ir de Coca Zero mesmo. 🙂

Ahhh, querem saber qual foi a melhor vista do almoço?

Essa aqui:

Azenhas do Mar_Vinicius

Lindão! <3

(Não comemos nenhuma sobremesa por lá, já que paralelamente estávamos fazendo um tour pelas confeitarias portuguesas).

Ah, aqui deixo um aviso: o Azenhas do Mar não é dos restaurantes mais baratos. Na realidade foi uma das refeições mais caras que fizemos em Portugal.

Mas acredito que um almoço por lá seja mais do que um simples almoço, é uma experiência gastronômica em um lugar quase mágico.

Azenhas do Mar_eu

E fica a dica: confira a previsão do tempo antes de pegar a estrada e tente ir em um dia de sol. 😉

Serviço:

Azenhas do Mar
Aberto todos os dias, das 12h às 22h.
Recomendável fazer reserva, o local é disputado no horário do almoço.
http://www.azenhasdomar.com/

 

Para ler outros posts de Portugal, clique aqui.

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Nomad, o restaurante moderninho de Marrakech

Em 2014, Kamal Laftimi e Sebastian de Gzell assumiram uma antiga loja de tapetes da famosa praça de especiarias Rahba Lakdima (Place des Épices) e, ao lado do designer de interiores Romain Meniere, a transformaram no restaurante mais cool da cidade, o Nomad.

O visual do lugar é muito bacana! Ele é todo moderninho, do tipo rooftop, com dois níveis de terraços que oferecem vistas fantásticas da Cordilheira dos Atlas e da medina.

nomad terraço

Apesar de querer conhecer os restaurantes de comida mais clássica, fiquei muito curiosa quando li sobre o Nomad e resolvi incluir no roteiro.

Nomad – gastronomia marroquina moderna

Com ênfase em ingredientes frescos, o restaurante serve “comida marroquina moderna” – releituras da cozinha tradicional e também pratos internacionais influenciados pela gastronomia local.

Como sempre no Marrocos: nada de bebida alcoólica. Limonada geladinha pra acompanhar o jantar.

Ah, repare no canudo de metal da foto abaixo: eu ganhei de presente da minha irmã e passei a levá-lo nas minhas viagens. Que tal fazer isso também e evitar o uso de canudos plásticos? Você pode ler mais dicas sobre turismo sustentável no site Quase Nômade. 😉

Nomad suco

O pão está presente em todas as refeições do Marrocos. O pão do Nomad foi um dos que mais gostamos. Ele tinha um trigo moído grosso na casca e o miolo bem leve, com muitos alvéolos. Um ótimo start!

Nomad pão

Nomad – Entradas

É muito difícil escolher as entradas do Nomad. São treze opções de pratos quentes e frios tão inusitados que dá vontade de provar tudo!

Optamos pelo Modern Tunisian Brik – massa muito fina e crocante, recheada com carne de gado desfiada e super temperada, ovo cozido e purê de nabo, coberta com um molho de harissa verde. Uma delícia!

A salada de lentilha com beterraba defumada e queijo feta de Essaouira foi um dos pratos mais gostosos da viagem, pra mim essa é uma das grandes pedidas do restaurante.

Nomad Entradas

Nomad – Pratos principais

De principal eu pedi um cordeiro braseado com cogumelos, cebola, anis, raspas de laranja e gengibre. De comer de joelhos de tão bom!

Nomad tajine

O Vinícius escolheu lulas de Agadir com molho de cominho, anchovas e harissa, servido com bulvo de erva doce assado. Confesso que não sou muito fã de lula, mas o molho e a erva doce estavam de lamber os beiços!

Nomad Lulas

Para acompanhar os pratos pedimos batatas salteadas e um cuscuz de couve-flor com ervas aromáticas. Os dois eram super temperados, cada um com seu sabor diferente e contrastante.

Nomad – Sobremesa

O grand finale fica por conta do clafoutis de maçã e beterraba, com sorvete de alfarroba e calda de frutas vermelhas.

Eu amo clafoutis e esse tava memorável!

Nomad Clafoutis

Enfim, pratos maravilhosos e ambiente incrível. Gostamos tanto que também fomos nos outros dois restaurantes dos mesmos donos, o Café des Epices e o Le Jardin.

Se você está com planos de ir à Marrakech, não deixe de conhecer o Nomad. Ah, recomendo muito ir no final da tarde para pegar o pôr do sol. 😉

Serviço:

O Nomad funciona todos os dias, das 11h às 23h.
É aconselhável reservar – você pode fazer isso diretamente no site do Nomad.
Endereço: Rua Derb Aarjane, nº 1.

 

Para ler os outros posts do Marrocos, clique aqui. 🙂

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Cinco restaurantes imperdíveis em Marrakech

A primeira vez que comi um prato marroquino foi em um restaurante de Paris (falei sobre ele nesse post). Aquela mistura de temperos era diferente de tudo que eu já tinha provado, e os pratos eram coloridos e perfumados. Fiquei completamente apaixonada na hora!

Desde então, sempre tive vontade de conhecer o Marrocos e me esbaldar em tajine e cuscuz.

A minha viagem à Marrakech surgiu meio que de surpresa pra gente. Compramos uma passagem para Portugal com uma escala em Casablanca de 24h. Como remarcaram meu voo, eu pude mexer na escala e transformar as 24h em 5 dias – gratuitamente. (Você sabia que isso é possível?)

De Casablanca partimos para Marrakech para fazer um food tour na cidade. Fomos em diversos restaurantes, comemos muito na feira Jemaa el-Fna (principal e mais célebre praça da cidade, que concentra diversas bancas de comidinhas), conhecemos os pratos típicos e até desvendamos os segredos da culinária marroquina em um workshop.

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✨Tesouro marroquino✨ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Uma das características mais marcantes da gastronomia marroquina é o sabor acentuado das ervas e especiarias. Entre os condimentos mais utilizados estão a páprica, o cominho, a pimenta do reino, o gengibre e o açafrão. Mas o tempero que mais representa o país é o Ras-El-Hanout. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O Ras-El-Hanout é um "mix" de especiarias que pode incluir até 30 ingredientes. Em árabe, Ras-El-Hanout significa "o melhor da loja". Então cada estabelecimento produz a sua própria mistura, triturando em conjunto as suas melhores e mais aromáticas especiarias. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Nós compramos Ras-El-Hanout em três lugares diferentes e cada um tinha uma coloração e perfume diferente. Agora tenho que experimentar o sabor – já tô louca pra começar a reproduzir as receitinhas que aprendemos no workshop de gastronomia marroquina que fizemos por lá! 😋😋😋 ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 📍Ah, e pra quem quer saber onde está localizada essa loja (que na minha opinião era a mais linda de todas): fica na praça em frente ao @cafedesepices (praça Rahba Lakdma). Já salva esse post pra quando você for à Marrakech. 😉 ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Você também tem um amor incondicional por especiarias? 🥰

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Bem, de todos os restaurantes que fomos, surgiu um TOP FIVE. Esses são os cinco que mais amamos conhecer:

1 – Corner Café

O Corner Cafe é um dos estabelecimentos mais disputados de Marrakech. Só conseguimos uma mesa na terceira tentativa – nas duas primeiras vezes que fomos ele estava lotado.

O local é simples e tem poucos lugares, mas foi lá que tivemos um dos melhores jantares da nossa viagem! 😋

Eu não vou me estender muito aqui, porque tem um post inteirinho só falando sobre a nossa experiência no Corner. Clica aqui pra ler! 😉

Corner Cafe_kafta

Endereço: Kennaria Dabachi, nº 18.

2 – La Cantine des Gazelles

O La Cantine des Gazelles fica pertinho da praça Jemaa El-Fna e serve pratos típicos marroquinos a um preço super justo.

Chegando lá eu já me apaixonei de cara: o restaurante tem a decoração toda rosa, é muito fofo!

Cantine des gazelles

La Cantine des Gazelles

O menu oferece tajines e cuscuz super molhadinhos e temperados, mas também conta com sanduíches, espetinhos e saladas. O tajine de frango com limão confitado e azeitonas foi o meu favorito de toda a viagem! (E olha que eu comi ele em mais dois lugares, inclusive no incrível Corner Cafe.)

Esse foi o único restaurante que resolvemos repetir a dose. Amamos meeeeesmo, recomendo muito!

Frango azeitonas

La Cantine des Gazelles – Tajine de frango, limão confitado e azeitonas

Endereço: Kennaria Dabachi, nº 6.

3 – Nomad

O Nomad é um rooftop todo moderninho com vista para a cidade. O restaurante serve “comida marroquina moderna” – releituras da cozinha tradicional e também pratos internacionais influenciados pela gastronomia local.

Nomad Marrakech

Todos os pratos eram surpreendentemente bons, e o ambiente era incrível. Parecia um restaurante nova-iorquino em meio à medina.

A salada de lentilhas com beterraba defumada e queijo feta que comemos de entrada foi um dos pratos mais gostosos da viagem!

Nomad Entradas

Nomad – entradas

Se quiser ler o post que conta a experiência completa no Nomad, clique aqui. 😉

É aconselhável reservar – você pode fazer isso diretamente no site do Nomad.

Endereço: Derb Aarjane, nº 1.

4 – Le Jardin

O Le Jardin é dos mesmos donos do Nomad e decidimos ir lá depois de termos nos apaixonado completamente pelo primeiro.

O restaurante parece um oásis na cidade laranja de Marrakech: as mesas ficam em meio à um jardim, e tem até tartarugas passeando em volta dos clientes.

Le Jardin

Le Jardin

Começamos com um mix de saladas da casa, e todas eram incríveis. Aliás, os marroquinos são muito bons de saladas!

O Vinícius pediu a Tanjia, um prato super típico do Marrocos, onde a carne é cozida por algumas horas dentro de um pote de barro. Chegou desmanchando e muito saborosa!

Já eu experimentei um tajine de peixe com erva doce maravilhoso! Ai, eu sou apaixonada por bulbo de erva doce.

Le jardin_peixe e erva doce

Le Jardin – Tajine de peixe e erva doce

Reservas podem ser feitas pelo site. Recomendo!

Endereço: Souk Jeld Sidi Abdelaziz, nº 32.

Naranj

Esse restaurante de gastronomia libanesa e marroquina nos surpreendeu positivamente em todos os seus preparos.

De entrada, pedimos um prato com vários petiscos diferentes, como homus, kibe, samosas e saladinhas. Cada um deles era uma verdadeira explosão de sabor!

Naranj_entradas

Naranj – Signature Mezzés Plate

Pedimos dois pratos principais e não conseguimos decidir qual era o mais gostoso.

Um deles era o Harak Issbaou – macarrão com lentilhas, coentro, alho e cebolas fritas.

O outro prato escolhido foi o Fatet Batinjane – uma berinjela com carne moída, tomate, molho de iogurte e pão pita frito (foto abaixo).

Naranj_Fatet Batinjane

Naranj – Fatet Batinjane

Os drinks não alcoólicos também surpreenderam. Destaque para o Naranj – suco de laranja, limão e manjericão. 😋

O cardápio completo (com preços) está disponível no site http://www.naranj.ma/.

Endereço: Rue Riad Zitoun el Jdid, nº 84.

Me conta: já foi em algum restaurante dessa lista? O que achou? Comenta aqui em baixo! 🙂

 

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