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Verão em POA? A Zona Sul é a nossa praia!

Eu morei na Zona Sul de Porto Alegre durante toda a minha infância e adolescência. No bairro Guarujá fiz grandes amigos, joguei vôlei no meio da rua, andei de bicicleta em Ipanema e colhi pitanga das árvores dos vizinhos. Enfim… foi um começo de vida bacana, eu adorava morar na ZS.

Mas veio a faculdade e o trabalho, e eu comecei a me irritar com o tempo de deslocamento. A busca pela minha independência veio junto com um desejo de conhecer uma parte diferente da cidade. Então, quando eu tinha 21 anos, me mudei para o Centro. Sem olhar pra trás, com a convicção de que não queria mais saber de Zona Sul.

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Mas queridos… aprendi na vida que não se pode dizer nunca na vida. Conheci o meu marido alguns anos depois (outra cria da ZS) e, juntos, voltamos às raízes. Em 2017, passamos a morar em Ipanema.

Uma coisa que aprendi com a vida é que quando tomamos distância de algo que nos incomoda, conseguimos ver isso com mais clareza, e até nos reconectar. Foi isso que aconteceu comigo em relação a essa região de POA. Desde que me mudei, vivo uma lua de mel com a Zona Sul!

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Nos últimos anos, a Zona Sul cresceu e se desenvolveu muito. É uma região completa, cheia de opções gastronômicas, de entretenimento e, principalmente, muito bonita!

Foi pensando em explorar as potencialidades que a Zona Sul tem a oferecer, que a publicitária Denise Dias e a administradora de empresas Katia Donermann se uniram para criar o projeto A Zona Sul é a Minha Praia. A iniciativa prevê a criação de ações sazonais e de eventos que impulsionem a cena cultural e gastronômica da região.

Roteiros de Verão

Até o dia 24 de fevereiro, o destaque é o “Roteiros de Verão“, que convida o público a reconhecer nos estabelecimentos locais alguns destinos de viagem do Brasil e do mundo. São cerca de 30 casas participantes, cada uma com uma proposta de transportar os clientes, por meio de cenários e sabores, para outras regiões.

Bora conhecer alguns dos destinos? 🙂

Bendizê  – Califórnia

A hamburgueria Bendizê é uma casa muito convidativa no bairro Vila Assunção, com mesinhas nas ruas, recadinhos motivacionais e um excelente atendimento.

Para curtir o clima descontraído que remete ao destino clássico de praia e surf, a pedida para esse roteiro é o drink Moscow Mule, servido na tradicional canequinha de cobre. Provei, e amei! Realmente, super verão.

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E, pra acompanhar, claro que a sugestão é um delicioso hambúrguer. Recomendo o John Lennon, no qual o queijo raclette é derretido na mesa em frente ao cliente.

Espetáculo, hein?

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O Bendizê está localizado na rua Sargento Nicolau Dias de Farias, 188 – Vila Assunção.

Café do Bem – Hawai

O Café do Bem é um dos espaços que mais traz a vibe praiana para a Zona Sul. Por isso, o destino escolhido para o local é a terra do hula-hula, Hawai.

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A minha sugestão é experimentar um dos hambúrgueres da casa, acompanhado de uma cerveja artesanal geladinha. Se for na sexta-feira, ainda pode curtir uma música ao vivo.

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O Café do Bem está localizado na Av. Cel. Marcos, 2470 – Pedra Redonda.

Berola – Portugal

De Pelotas – para a Zona Sul – rumo à Lisboa!

Os deliciosos doces da confeitaria pelotense, criada em 1988, são ótimas companhias para uma tarde gostosa na Zona Sul.

No local, a dica é ser transportado para Portugal, com os deliciosos pasteis de nata, fresquinhos e crocantes. NHAM!

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A Berola está localizada no Shopping Paseo (Wenceslau Escobar, 1823 – loja 42).

Que ideia bacana, né? Eu curti demais!

Clica aqui pra acessar o roteiro completo! 🙂

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Se desejar o roteiro impresso, você pode retirar em algum dos estabelecimentos parceiros.

A Zona Sul é tudo de bom! <3

Nova opção de hospedagem em Gramado: o charmoso Hotel Daara

No último final de semana estive na cidade de Gramado, a convite da Insider Brasil e da Coluna de Turismo, para participar da abertura do Gramado In Concert.

Junto com outros jornalistas e influenciadores digitais de Porto Alegre que também estavam participando da press trip, fiquei hospedada no recém-inaugurado Hotel Daara.

Vem ver como foi! 🙂

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A recepção

Logo que entramos no hotel, ficamos todos encantados. Fomos cercados por uma decoração impecável em tons de azul, creme e dourado. Très Chic!

E olha que legal: o design interior valoriza a produção local, os belos móveis são produzidos por empresas e marcenarias de Gramado.

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Estávamos em um grupo de cerca de 20 pessoas, e o atendimento do check in foi super rápido. Em poucos minutos já estávamos todos com os cartões de entrada nos quartos.

Meu quarto

Fiquei hospedada em um “Quarto Deluxe”, equipado com TV de tela plana, roupeiro e banheiro privativo. Ah, o Wi-Fi era liberado e funcionava super bem em todas as dependências do hotel.

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Adoooro cama de hotel com lençóis e edredom branquinhos!

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Olha ela que blogueirinha: fomos recebidos com um mimo do hotel, um chocolate de damasco delicinha e um delicoso biscoito amanteigado (que estou comendo no instante em que escrevo esse post!).

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Cartinha escrita à mão é muito amor! <3

O hotel tem 76 apartamentos, de seis “níveis” diferentes. Abaixo, seguem fotos de um dos quartos estilo “Gran Suíte”, que me fizeram ficar de queixo caído.

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Quero voltar e tomar um banho de espuma nessa banheira lindaaa!

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Café da Manhã

Começar o dia com o buffet de café da manhã do Hotel Daara: a garantia de um ótimo dia em Gramado.

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Frutas, iogurtes e cereais, para quem busca uma alimentação mais saudável, encontram-se com bolos, sanduíches e diversos tipos de pães para quem não tem restrições. Olha que linda essa torta!

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Ovos fritos, mexidos ou omeletes são servidos nas mesas, a pedidos.

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E com tanta coisa boa, o que eu escolhi?

Cachorrinho-quente, óbvio! kkk

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Quem aí também ama cachorrinho-quente de buffet de café da manhã de hotel? 🙂

O Hotel Daara está localizado em uma rua alta do bairro Floresta, ao lado do ExpoGramado – onde acontecem alguns dos mais importantes eventos da cidade, como o Natal Luz. Pontos de interesse famosos nas proximidades incluem, ainda, a Igreja de São Pedro e o Centro Esportivo Gramadense – Estádio Pinheirais. Do Palácio dos Festivais, são apenas 18 minutos de distância à pé.

Para reservas e mais informações, acesse o site: www.hoteldaara.com.br .

V Gramado in Concert: festival oferece programação intensa e gratuita

Na última sexta-feira (1º de fevereiro), participei da cerimônia de abertura da quinta edição do Gramado in Concert – Festival Internacional de Música, na Sociedade Recreio Gramadense, a convite da Insider 2Coluna de Turismo.

Sob a regência do maestro Linus Lerner, a Orquestra Sinfônica de Gramado apresentou obras de compositores como Weber, Vivaldi, Tchaikovsky e Villa-Lobos. Eu fiquei encantada com a execução da música-tema do filme Star Wars. 🙂

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No sábado foi a vez de assistir a um concerto de música barroca com o Quarteto Telemann, na Rua Coberta. Sabe música que arrepia a alma de tão linda?

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O Gramado In Concert acontece até o dia 9 de fevereiro, e reúne concertos de orquestras, grupos de câmara e solistas nacionais e internacionais em uma intensa programação gratuita espalhada por diversos pontos da cidade. A direção artística do evento está a cargo do Maestro Linus Lerner, e a coordenação artística é do Maestro Leandro Libardi Serafim.

A programação completa do V Gramado In Concert está disponível no site www.gramadoinconcert.com.br .

As massas artesanais do restaurante Maria Valduga

Depois de conhecermos mais sobre a viticultura e degustarmos vinhos ainda em processo de elaboração no tour Wine Experience, seguimos para a segunda parte da experiência no Complexo Enoturístico da Casa Valduga: o almoço no restaurante Maria Valduga.

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O salão é imponente e elegante, todo coberto por “históricas pedras de basalto”. Mas não é sobre a história das pedras que eu quero falar hoje…

Toda a história de uma massa artesanal

O restaurante homenageia a matriarca da família, Maria Valduga. Segundo o site da casa, “o local era inicialmente a pequena cantina do Luiz Valduga, onde os irmãos Valduga deram seus primeiros passos alquimistas. Tanto trabalho, exigia uma farta mesa, que a Dona Maria fazia questão de apresentar com delícias típicas italianas”.

Bem, eu também tinha uma nona que fazia uma bela massa artesanal, a vó Edith. Minha vó não tinha ascendência italiana, mas era uma excelente cozinheira. Algumas das lembranças mais afetuosas que tenho com ela foram em torno da mesa, quando ela compartilhava comigo os seus ensinamentos culinários.

A minha receita favorita dela: o talharim assimétrico cortado à faca. Ele ia para a panela com água fervendo e, depois de cozido, encontrava-se com um suculento molho de carne de panela.

A massa artesanal se tornou especial pra mim, porque significa um tempo precioso dedicado a fazer algo que pode ser comprado pronto. E, até hoje, quando quero me encontrar com ela de novo, eu replico a sua receita. Assimétrica, cortada à faca. <3

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Quando fiquei sabendo que todas as massas servidas no Maria Valduga são feitas artesanalmente lá mesmo, fiquei encantada. Tem um bocado de carinho nisso, né?

Então vamos ao almoço!

O Maria Valduga conta com um cardápio típico italiano, que apresenta: galeto ao primo canto, costela suína (acompanhada de geleia da Casa Madeira) e a deliciosa sequência de massas preparadas artesanalmente.

Na mesa, pão no estilo “feito em casa” e antepasto de azeitona.

A sequência iniciou com uma sopa de capeletti, recheado com frango, carne bovina e suína. Massa fininha, delicada. Caldo cheio de sabor. Poderia ter ficado só com isso!

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Na mesa, polentinha e o tradicional pien (que é o recheio do capeletti), acompanhados de salada de hortaliças orgânicas, cultivadas na propriedade.

O galeto era super bem temperadinho, com a pele bem crocante. Comi dois e fiquei com vontade de ter comido um a mais! 🙂

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E as massas… ahhh! Uma mais gostosa que a outra.

O spaghetti de tomates secos: muito saboroso! O tortéi de moranga… água na boca até hoje! Mas a grande favorita da mesa foi essa: massinha recheada de ricota e espinafre com molho branco e nozes. Surpreendente e deliciosa!

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Ah, além do ambiente super bonito e do ótimo atendimento, um pianista tocava música ao vivo, tornando a experiência ainda mais agradável.

A sobremesa foi uma panna cotta com calda de frutas vermelhas. Também havia a opção de sagu com creme, mas eu aaaaamo panna cotta, e essa não decepcionou. Delícia!

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O almoço no Maria Vaduga custa R$ 85 por pessoa, sem bebidas.

O restaurante atende diariamente das 12h às 15h30. O serviço é apresentado numa versão slow food e possui duração mínima de 1h30. Para jantar, consulte dias de atendimento e disponibilidade.

Endereço: Via Trento 2355 – Linha Leopoldina. Vale dos Vinhedos – RS.

*Almoçamos no restaurante Maria Valduga a convite da Casa Valduga.

Você também tem uma história de receita familiar? Comenta aqui em baixo! 😉

O sensacional tour Wine Experience da Casa Valduga

É época de Vindima no Vale dos Vinhedos, período que a região celebra a colheita da uva, entre os meses de janeiro a março. A convite da vinícola Casa Valduga, fui até lá pra ver de perto as uvas roxinhas nos parreirais, junto com outros blogueiros de viagem de Porto Alegre.

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Comigo estavam os blogs: Parece Óbvio, Meu mapa-múndi, Barbadas pelo Mundo e A Gabi Pelo Mundo. Ótimas companhias para um delicioso sábado de aprendizado e degustações!

Fizemos o sensacional tour Wine Experience, que possibilita a degustação de vinhos e espumantes em diferentes etapas do processo de elaboração. Vem ver como foi! 🙂

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A Casa Valduga

A Casa Valduga é uma das mais tradicionais vinícolas do país. Em 1992, a Família Valduga iniciou a construção de seu Complexo Enoturístico, que incluiu a criação de restaurantes e de pousadas, consolidando-se, assim, como pioneira na introdução do enoturismo no Vale dos Vinhedos. Atualmente, o complexo recebe cerca de 150 mil visitas por ano.

A vinícola continua sendo familiar, e está sendo administrada pela 3ª geração em relação ao patriarca fundador, Luiz Valduga. A empresa coleciona mais de 300 prêmios em concursos nacionais e internacionais, e exporta seus produtos para mais de 20 países.

A Valduga está, inclusive, no livro “1000 lugares para conhecer antes de morrer”, editado pelo New York Times.

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Wine Experience

O tour começa no pavilhão vinífero, o local onde é feito o processamento das uvas assim que elas chegam da colheita. Esse local fica a cerca de 200m da entrada da vinícola (fomos até lá em um simpático trenzinho), e só funciona durante o período da vindima (janeiro, fevereiro e março).

Fomos recebidos e guiados pelo enólogo Lucas Simões, que iniciou o tour apresentando todas as etapas pelas quais as uvas passam assim que são colhidas.

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1º etapa de degustações: vinhos-base

Depois de conhecermos mais sobre os processos da vinicultura, começamos com as degustações dos vinhos ainda em processo de produção, direto dos tanques.

O primeiro produto que experimentamos ainda era um mosto (suco), com apenas três dias de fermentação. Ele ainda era bem doce!

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Ainda fizemos mais uma degustação de um chardonnay em processo elaboração, que mais tarde vai se tornar o espumante Ponto Nero. E o legal é que nós mesmos pudemos nos servir dos tanques. Bacana, né?

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Esse era menos doce (pois já estava há mais tempo fermentando) e se parecia MUITO com um suco de maçã. Fun fact: Esse foi o espumante que servi no meu casamento. <3

Depois seguimos para as caves. A vinícola produz cerca de 1,4 milhão de litros de bebidas por ano, sendo que 50% são espumantes.

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A Casa Valduga possui a maior adega de espumantes da América Latina, com capacidade para mais de 6 milhões de garrafas. Olha o tamanho desse corredor!

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2ª etapa de degustações: vinhos

Nesse momento, são feitas degustações de vinhos com variados tempos de maturação, diretamente das barricas de carvalho. O Lucas nos explicou como se “sugava” o vinho e, de novo, nós mesmos que enchemos nossas tacinhas.

Experimentamos o Grand Leopoldina Chardonnay DO, considerado um dos dez melhores chardonnays do mundo! Muito muito bom!

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Depois, degustamos um Terroir Cabernet Franc tinto. Um primor!

E aí partimos pra conhecer as videiras da propriedade… que estavam lindaaas!

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Já estive em diversas vinícolas, principalmente no último ano, mas nunca tinha visto os parreirais com as uvas assim, maduras. Foi um momento super emocionante (apesar da sensação térmica de 40º kkkk).

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3ª etapa de degustações: espumantes

Para amenizar o calor, a refrescância do espumante! Voltamos para as caves e seguimos para a terceira etapa da experiência.

Degustamos o espumante 130, lançado em 2005 em homenagem aos 130 anos da imigração italiana no Brasil. O sucesso dessa bebida foi tão grande, que o que era pra ser apenas uma bebida comemorativa, se tornou parte do portfólio de produtos da empresa. E é realmente uma delícia.

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Depois, experimentamos o Sur Lie, um espumante nature sem dégorgement, ou seja: as leveduras continuam presentes na garrafa, deixando a bebida com uma coloração turva. Esse espumante segue envelhecendo por tempo indeterminado e é fechado com uma tampinha metálica. Nunca tinha provado um espumante como esse, foi realmente surpreendente.

Serviço:

O tour Wine Experience acontece terças e quintas, mediante agendamento prévio no telefone (54) 2105.3154 ou pelo e-mail cursos@famigliavalduga.com.br. A experiência custa R$ 95 e tem duração de aproximadamente 3h. Cada participante ganha uma taça de cristal personalizada com marca da Casa Valduga.

A Casa Valduga também conta com a opção de visita tradicional, que custa R$ 40. São degustados dois vinhos tintos, um vinho branco e dois espumantes, e o participante também ganha uma taça de cristal personalizada.

Existem, ainda, outras opções de cursos de degustação e de harmonização. Você pode ler mais sobre eles aqui.

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Que dia sensacional! Vale dos Vinhedos sempre surpreende! 🙂

*O tour Wine Experience foi feito a convite da Casa Valduga.

Escale uma cachoeira na Jamaica

Sabe quando você vai a um lugar incrivelmente lindo, mas as fotos saem uma tremenda porcaria? kkk Foi o que aconteceu comigo na Dunn’s River Falls, na Jamaica.

Eu levei apenas a minha Go-Pro antiga, e ela já não estava funcionando muito bem. Quando  fomos ver as fotos… foi uma tristeza, não deu pra aproveitar quase nada. (Você já passou por isso também?)

Mas nem por isso foi um passeio perdido, muito pelo contrário: essa atração foi um dos pontos altos da nossa viagem. Apesar das fotos terem ficado ruins, nos divertimos muito e tivemos uma ótima experiência.

A Dunn’s River Falls é, nada mais nada menos que: UMA CACHOEIRA ENORME. QUE VOCÊ PODE ESCALAR. E QUE DESÁGUA EM UM MAR AZUL TURQUESA. Preciso dizer mais alguma coisa? Vem ver!

(Ah, pra esse post ficar um pouquinho melhor, catei algumas fotos no site oficial da Duns River Falls, como essa aqui em baixo). 😉

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Dunn’s River Falls | Foto: divulgação.

A entrada no parque

A Dunns River Falls fica localizada em um parque nacional em Ocho Rios, super bem estruturado. Logo na chegada, são disponibilizados armários, para você guardar suas roupas e pertences.

Deu fome? Uma lanchonete vende bebidas e lanches rápidos. Por lá você encontra, ainda, uma feirinha de artesanatos, mesas pra pique-nique, tirolesa e parquinho para crianças.

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Entrada do parque | Foto: divulgação

Bem, entrando no parque, a primeira coisa que você faz é descer uma escada que leva até a beira do mar. E QUE MAR! Um dos mais bonitos que vimos na Jamaica. Super calminho, azul turquesa, temperatura ótima… perfeito!

Ah, e a praia nem é muito cheia, porque as pessoas que chegam lá, acabam ficando só na função da cachoeira e nem aproveitam tanto o mar.

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A linda praia de Ocho Rios | Foto: divulgação

Bem, depois de fazer o “reconhecimento do mar”, você pode começar a escalada. A foto abaixo mostra o quanto a base da cachoeira é próxima da beira da praia.

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A escalada

Existem muitos guias que “puxam” alguns grupos, mostrando os melhores pontos para pisar. Nós não contratamos, porque no dia em que fomos o parque estava bem cheio, então tinham muitas pessoas subindo logo na nossa frente, dava pra ver bem o caminho que todos estavam fazendo.

Caso a cachoeira esteja mais vazia, recomendo o guia, porque ela é bem longa e existem pontos mais alagados.

Dica: o ideal é ir com aquelas sapatilhas para entrar na água, sabe? Chinelo fica muito solto dentro da água, e de pé descalço você pode se machucar.

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A escalada da cachoeira | Foto: divulgação

Durante a subida (que é bem fácil, não tenha medo!), você vai vendo várias piscinas naturais que se formam. Lindo demais!

Olha nós ali no meio da escalada, em uma das únicas fotos que conseguimos recuperar! 🙂

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O final do passeio é no topo da cachoeira, onde você vê o mar bem de longe, e encontra uma saída de volta para a recepção do parque.

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Ah, lembrando que: é uma cachoeira. Portanto, a água é beeeeem gelada. Mas o calor jamaicano ameniza o frio. 😉

Quanto custa?

O parque abre diariamente, das 8h30 às 16h. Nos dias em que há navios no porto, ele abre às 7h. A entrada custa US$23 para adultos e US$15 para crianças. O estacionamento é aberto e gratuito.

Se você estiver passando por Ocho Rios, rumo a Port Antonio, recomendo dar uma paradinha por lá. Caso esteja em Montego Bay, saiba que ela fica a 100 km de lá, então a viagem é um pouco mais longa.

Ainda assim, super vale a pena pegar a estrada. Afinal, em que outra parte do mundo você vai encontrar um lugar como esse? 🙂

Para ler mais sobre a Jamaica, clique aqui. 😉

Cinco restaurantes imperdíveis em Belém do Pará

Nossa, como eu amei Belém do Pará! Não sei se é porque eu gosto de comer, e a vida me fez deixar de ter medo de experimentar coisas diferentes e apreciar sabores novos (e Belém é uma explosão de sabores!)… ou se é porque sou cozinheira, e os ingredientes do Ver-O-Peso fizeram meu coração derreter… ou, ainda, pela receptividade que tivemos lá! Que povo afetuoso e amável! Enfim, foi uma das minhas viagens favoritas de todos os tempos e já não vejo a hora de voltar.

Bem, escrevi quatro posts contando tudo que eu fiz por lá, detalhadamente. Aliás, é a série de posts que eu mais gosto do blog. (Você pode ler o primeiro deles aqui!)

Mas, pra quem não gosta de textos muito longos, e ainda assim quer boas dicas gastronômicas dessa cidade incrível, fiz uma breve seleção dos restaurantes que, na minha opinião, são imperdíveis por lá. 🙂

Box da Lucia

Para ter uma experiência gastronômica autêntica no mercado Ver-O-Peso, sugiro almoçar na “ala das refeições”. Perguntei para o meu amigo Médici, responsável pelo perfil do Instagram Restaurantes Belém, qual era o melhor lugar para comer por lá, ele me indicou o Box da Lucia  (nº 37/38). De cara, você já vê que é a dica é quente: é uma das bancas mais cheias!

Experimentei o camarão à milanesa (R$30), que veio acompanhado de saladinha e de um molho à base de coentro.  Depois, um filé de dourada à milanesa, com feijão e arroz cozidos juntos e farofa (R$40, para duas pessoas). Os dois vieram bem servidos, mesmo, e estavam muito bem temperados. Amei!

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(Nesse post você pode ler mais sobre o mercado Ver-O-Peso e sobre o Box da Lucia.)

Remanso do Peixe

O “Velho Remanso”, como também é chamado, é conhecido por ser um dos melhores restaurantes da cidade, por conta da qualidade da comida e do serviço atencioso. O estabelecimento fica escondido dentro de um condomínio, sem nenhuma placa de identificação. Por fora, é como uma casa mesmo.

E, na realidade, por dentro também. Logo na entrada você é convidado a entrar em uma simpática casa de família, com vários porta-retratos que contam a história da família Castanho, proprietária do local.

Fomos de caldeirada de peixe à Paraense (R$120, para duas pessoas). Peixe filhote cozido no tucupi com jambú, batata, tomate, pimentão e ovo cozido, acompanhado de arroz branco e pirão. Espetacular!

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O Remanso do Peixe fica localizado no Conj. Célso Malcher, 64.

(Se quer ver mais fotos e informações sobre o Remanso do Peixe, clique aqui.)

Remanso do Bosque

O premiado chef Thiago Castanho é um dos responsáveis por reiventar a gastronomia paraense, utilizando os ingredientes clássicos da região em pratos modernos e criativos. Thiago comanda a cozinha do Remanso do Bosque, ao lado do irmão Felipe. O gosto pela culinária é de família: os dois são filhos do Francisco, criador do tradicional restaurante Remanso do Peixe (que citei ali em cima).

No cardápio, guiozas de carne com jambu, linguiça artesanal de maniçoba e pão de açaí no vapor encontram tambaquis, pirarucus e tucunarés.

O prato mais famoso da casa é o filhote assado na brasa (R$132, serve duas pessoas). O sabor do peixe tostadinho, junto com essa saladinha de feijão caupi, me dá água na boca até hoje. Macaxeira na manteiga e farofinha pra acompanhar.

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As sobremesas da casa também enchem os olhos e dão água na boca. Pedimos a Panna Cotta de Baunilha amazônica com calda de cupuaçu, servida com paçoca de rapadura e coco fresco ralado (R$22) e também “O Bacuri”, feita com bacuri fresco, tuille de tapioca e sagu de hibisco (R$20).

O Remanso do Bosque fica localizado na Av. Rômulo Maiorana, 2350.

(Se quiser ver tudo que comemos no Remanso do Bosque, clique aqui.)

Lá em Casa

O restaurante Lá em Casa oferece diversos pratos regionais e é um lugar importante para a história gastronômica de Belém do Pará. Paulo Martins, antigo chef da casa (falecido em 2010), foi uma dos primeiras pessoas a difundir os ingredientes e a culinária da Amazônia pelo Brasil e pelo mundo. Atualmente, quem comanda o restaurante é a sua filha, Daniela Martins.

No menu, muitos clássicos: maniçoba, vatapá paraense e tacacá. Pedimos um tradicional pato no tucupi (R$78), servido com arroz branco e farinha de mandioca.  Perfeito, apenas!

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Recomendo ainda, o prato Filhote Pai D’Égua (R$64) – brochetes de filhote intercalados com cebola, tomate e pimentão na chapa, acompanhado de feijão manteiguinha de Santarém, farofa molhada, arroz de jambu e vinagrete. Esse prato foi considerado um dos melhores de toda a viagem.

Existe, ainda, a opção de “menu paraense”, uma sequência de degustações de diversos pratos típicos (R$ 78 individual, ou R$ 140 para duas pessoas).

O Restaurante Lá em Casa fica localizado na Estação das Docas – Av. Boulevard Castilho França, Galpão 2, Loja 4.

(Clique aqui para ler mais sobre o nosso jantar no Lá em Casa.)

Buiagu

O Buiagu, restaurante do chef Roberto Hundertmark, apresenta pratos autorais com ingredientes regionais. Pedimos várias opções do cardápio, como um crocante de tapioca com geleia de tomates e carne assada desfiada (R$ 26), e um mix de bolinhos (R$ 26): bolinho de arroz, feijoada com rabada, macaxeira com queijo do marajó, piracuí (um peixe da região), coxinha de barriga de porco e kibe de maniçoba.

A sensação da mesa foi o pirão de arraia defumada (R$ 20), que eu não tenho nem palavras para descrever o sabor. Memorável!

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Experimentamos, ainda, um nhoque de macaxeira com molho de moqueca e chips de banana da terra que derretia na boca!

O Buiagú fica localizado dentro do belo hotel Atrium Quinta das Pedras – R. Dr. Assis, 834, Cidade Velha.

(Veja a experiência completa no Buiagu nesse post.)

Tem algum restaurante maravilhoso em Belém pra me indicar? Comenta aqui em baixo que eu já to louca pra voltar lá! 🙂

Maria Fumaça e Epopeia Italiana: um olhar para o passado

Recentemente, fiz o delicioso passeio de Maria Fumaça, na Serra Gaúcha. Já tinha feito quando era criança, mas fazia tempo que queria voltar. Dessa vez, com o passeio de locomotiva somado à Epopeia Italiana, entendi melhor a cultura da região e compreendi o quanto a imigração italiana influenciou o que é hoje o Vale dos Vinhedos.

Quando fui embarcar no trem, olhei para o lado e vi esse senhor. Esse olhar me disse tanta coisa…

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Esse olhar me disse que seus antepassados vieram da Itália, em um período de crise econômica. Me disse que, naquela época, o Brasil era uma terra repleta de oportunidades. E me disse que, quando se instalaram por aqui, escolheram o plantio de uva para a produção de vinho como atividade econômica.

Os italianos que vieram viver no Brasil trouxeram na bagagem muitas características culturais que foram incorporadas à Serra Gaúcha. A partir da cultura agrícola, a região ficou conhecida pela produção de vinho. E assim, dessa expertise trazida pelos imigrantes, emerge o enoturismo do Vale dos Vinhedos.

A Maria Fumaça

Uma das principais atrações turísticas da região, a Maria Fumaça também ajuda a contar a história da economia local nas últimas décadas.

A rede ferroviária chegou à região no início do século XX, facilitando o escoamento da produção de vinho e demais produtos locais. A linha, que cruza as cidades de Carlos Barbosa, Garibaldi e Bento Gonçalves, começou a ser construída em 1909, foi finalizada somente em 1919 e transportou passageiros até a metade dos anos 70.

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Suas atividades foram retomadas para fins turísticos em 1992, quando a Giordani Turismo passou a operar o passeio “Maria Fumaça – Um Retorno ao Passado”.

Bem, vamos agora ao passeio! 🙂

A locomotiva movida a vapor percorre um trecho de 23 quilômetros, e o trajeto dura cerca de 1h30. O trem parte de Carlos Barbosa e chega em Bento Gonçalves. Se necessário, a operadora leva os turistas de Bento para lá.

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Logo que o trem começa a se movimentar, são iniciadas as animadas apresentações folclóricas italianas e gaúchas, que passam de vagão em vagão. Todo mundo se levanta, alguns arriscam passos de dança e todos batem palmas acompanhando os músicos. É muito divertido!

Lembra do meu amigo lá de cima? Ele faz parte da apresentação de música italiana e me tirou pra dançar. Quanta história esse olhar carrega, hein?

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Entre uma apresentação e outra, o barulhinho gostoso de ouvir do trem andando nos trilhos.

Olhando pela janela, a paisagem é muito bonita, com muito verde, flores, e vistas de algumas ruas das cidades por onde passamos.

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No meio do passeio, uma parada para degustação de suco de uva integral e espumante em Garibaldi. É o momento perfeito pra você conhecer os detalhes da locomotiva, se divertir com o show de música tradicional e tirar uma foto da frente da Maria Fumaça. É linda, né?

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O passeio continua por mais alguns minutos, e termina na cidade de Bento Gonçalves, onde a história daquele olhar, da imigração italiana e da cultura local segue sendo contada…

Epopeia Italiana

A segunda parte do passeio acontece na Epopeia Italiana, um espetáculo de 30 minutos de duração, que nos leva a uma viagem para o “paradiso chamado Brasile”.

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Durante o espetáculo, somos guiados por Lázaro e Rosa em nove cenários em tamanho real. Um show de luz e som, que termina com uma celebração especial acompanhada por degustações de vinho, suco de uva e biscoito colonial.

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Não era permitido tirar fotos, então não posso mostrar pra vocês em detalhes como foi. Mas quer saber? Eu acho é bem bom, sem spoilers! 😀

Procurando na internet, você até encontra imagens da Epopeia, mas fica muito mais emocionante quando você se surpreende com as histórias e a encenação de grandes momentos da imigração italiana.

Quanto custa?

Esses dois passeios juntos custam de R$ 114 a R$ 162, dependendo da temporada. Você pode reservar esses e outras excursões no site da Giordani Turismo.

São experiências fascinantes, que contam histórias do passado e que valorizam quem ajudou a construir o que a região é hoje. Super super recomendo! 🙂

 

* Esse passeio foi feito durante a ENBRAV, a convite da AJOBTUR

RS: cinco lugares que unem natureza e gastronomia

Que tal juntar almoços deliciosos com trilhas para cachoeiras, cenários bucólicos, raízes rurais e valorização da natureza?

No post de hoje, convido você a viajar pelo Rio Grande do Sul para conhecer lugares incríveis e se deliciar com comidinhas feitas com ingredientes sazonais. Vem ver! 🙂

1 – O Butiá (Porto Alegre)

Uma antiga fazenda às margens do Rio Guaíba se tornou um dos principais points gastronômicos dos finais de semana ensolarados de Porto Alegre. O Butiá fica localizado em Itapuã, e funciona somente em determinados finais de semana e feriados (você pode verificar a programação aqui).

O restaurante abre apenas para o almoço, que utiliza ingredientes locais e frescos. O menu de 5 tempos custa R$ 130 por pessoa.

Já estive lá pra almoçar, mas não encontrei as imagens no meu computador (alguém me ajuda a ser mais organizada digitalmente, please?!). Por isso, pedi uma foto do almoço para a Sophia, do blog Meu mapa-mundi, que esteve lá recentemente. Esse prato lindo só me deu mais vontade de voltar!

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Almoço do Butiá | Foto: Sophia Catalogne

Além do almoço, o Butiá oferece cestas completas de piquenique, que vêm acompanhadas de uma simpática toalha xadrez (custa R$ 180, para duas pessoas). A cesta conta com pães, frios, muffin, frutas e outras coisinhas.

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A partir das 16h, também são servidos hambúrgueres (R$ 48).

Mas o melhor de tudo é que, além de comer muito bem, você pode passar o dia olhando pra esse belo cenário. O pôr do sol no Butiá é sensacional!

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A reserva prévia é indispensável (somente após esse contato é que eles vão enviar o endereço certinho e a senha de entrada).

2 – Monã (Canela)

O sossego e a simplicidade estão marcados no DNA do sítio Monã, localizado no interior de Canela. Sede de convívio do movimento Slow Food Serra Gaúcha, a Monã promove vivências gastronômicas nos sábados, domingos e feriados. As refeições servidas na propriedade são produzidas de forma ecológica e artesanal, com destaque para produtos locais e da estação.

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Fomos em um domingo de churrasco parrillero (R$ 80 por pessoa), com assados de pernil de ovelha, maminha, costelão 12 horas e linguiça.

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Acompanhando as carnes, legumes e verduras frescos vindos diretamente da horta, geleias artesanais, queijo serrano, pastinhas e um belo pão de fermentação natural. Grande parte dos ingredientes são produzidos por lá mesmo, ou vêm de produtores parceiros.

Após o almoço, os visitantes podem conhecer o pomar da propriedade, dar um oi para os animais que vivem lá, ou curtir a tarde nas redes espalhadas pelas árvores.

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Pomar de frutas cítricas do Monã

Apesar de estar dentro da programação do sítio, os almoços não são regra, por isso é bom ficar atento às redes sociais da casa para conferir quando serão realizados os próximos. As reservas podem ser feitas pelo Instagram, pelo Facebook, pelo e-mail contato@vivamona.com.br ou pelo telefone (54) 999193611.

Você pode ler o post sobre a experiência completa no Monã aqui. 😉

Endereço: Rodovia Arnaldo Oppitz, s/n. Linha São João – Canela.

3 – Parador Hampel (São Francisco de Paula)

O antigo Hotel Parque Veraneio Hampel ganhou um novo dono, o chef Marcos Livi, e uma nova proposta: se transformou em Parador Hampel e virou um dos principais pontos turísticos da cidade. O Hampel é hospedagem, é ecoturismo e é gastronomia, tudo em um só lugar.

Estivemos lá para almoçar em uma sexta-feira, e a comida estava simplesmente deliciosa. Sem falar no clima super aconchegante do local.

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Depois do almoço, um passeio pela propriedade. Em frente ao restaurante, um lago cheio de patinhos. Além disso, o Parador Hampel tem uma floresta com mata nativa e belas Araucárias, um local que abriga diversos animais. Existem trilhas demarcadas, ideais para a observação da flora e da fauna. Vimos uma cotia super fofa correndo por lá.

Deixei o melhor pro final? Sim! A água do lago do Hampel alimenta três cachoeiras. Quer visão melhor do que essa como sobremesa depois de um almoço incrível?

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No pátio do Hampel, aos domingos, é realizado o A Ferro e Fogo, um churrasco à céu aberto (que eu tô louca pra ir!). Todas as informações sobre hospedagem, cardápio e atividades você encontra no site do Hampel.

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Endereço: Rua Boca da Serra, 445 – Remanso Indianópolis, São Francisco de Paula.

4 – El Paradiso (Morro Reuter)

O El Paradiso é um lugar perfeito para curtir o dia com a família. A cerca de 1h30 de Porto Alegre, a propriedade abre somente aos finais de semana e feriados.

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O almoço é iniciado com petiscos (salsicha bock com mostarda de ervas, croquete e polenta frita). No buffet são servidos pratos típicos da culinária alemã e italiana, acompanhado de uma tábua de grelhados que passa nas mesas. Além disso, também existe uma ilha de feijoada e até mesmo pratos veganos. O buffet de sobremesa é um arraso!

Depois do almoço, hora do chá: na mesa, a simpática garçonete oferece uma cestinha com diversas ervas colhidas no herbário da casa, para você escolher a sua infusão.

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E esse dia especial não acaba por aqui. Você pode passear pela propriedade, que tem uma vista linda da Serra Gaúcha, galinheiros, patinhos e até um pavão. Ou simplesmente aproveitar a tarde na piscina, que está sempre preparada para receber os clientes no verão.

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Deu fome? Uma mesa com bolos fica à disposição até as 17h. Isso é que é ser bem recebido, hein?

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O almoço no El Paradiso custa R$ 82,00 para pagamentos em dinheiro ou cheques, e R$ 89,00 nos cartões, tanto crédito quanto débito. Crianças de 5 a 6 anos pagam R$ 33,00; de 7 a 9 anos pagam R$ 42,00; e de 10 a 12 anos pagam R$ 50,00.

Reservas podem ser feitas pelo telefone (51) 3569-5040.

Endereço: VRS-873 km08 440 – São José do Herval, Morro Reuter.

5 – Estancia Felicidade (Cambará do Sul)

Todos os sábados, o seu Carlos abre as portas da sua propriedade em Cambará do Sul para receber os visitantes com uma deliciosa parrilla de carnes nobres.

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Na mesa, chegam a costelinha do tipo uruguaia e o ojo de bife (no ponto que você desejar), acompanhados de linguicinhas, legumes e batatas assados na brasa (e você pode repetir à vontade).

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E o melhor de tudo isso é a “sobremesa”. Depois de comer muito bem, que tal encarar uma trilha para ver essa belezinha? (Falei mais da Cachoeira do Tio França no outro post.)

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O almoço custa R$ 75 por pessoa e é servido apenas aos sábados, das 12h às 16h. Caso você esteja em um grupo grande, pode solicitar a refeição em outro dia. Importante: eles não aceitam nenhum tipo de cartão, apenas dinheiro.

Endereço: Estrada do Lageado da Margarida (coloque no GPS “Estancia Felicidade”, que ele encontra! 😉 )

E aí, gostou das sugestões? Conhece algum lugar nesse estilo pra me indicar? Comenta aqui em baixo! 🙂

Vem aí a primeira edição da Revista Away

Oiê! Hoje vim contar uma super novidade! 🙂

O ano passado foi super legal pra mim, pois foi o ano em que criei esse blog e que me conectei com um povo maravilhoso que também ama viajar e compartilhar informações. Em um papo sobre viagens e blogs, surgiu uma ideia linda: criar uma revista que aprofundasse temas e lugares, e que chegasse na caixa de e-mails dos assinantes de forma GRATUÍTA!

Assim, em parceria com os blogs Eduardo&Mônica, Bárbara pelo Mundo, Livres e Selvagens e Barbadas pelo Mundo, tenho orgulho de anunciar que nasceu a Revista Away! <3

Nessa primeira edição tem Jamaica, Tailândia, Peru, milhas, comidas, roteiros, e muito mais! Sério, ela tá linda demais e eu to super ansiosa pra receber o feedback de vocês.

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A Revista Away nº 1 vai ser lançada já na próxima semana, no dia 21 de janeiro. Então clica AQUI e se inscreve agoraaaa! 🙂