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Conheça as atrações da Rasen Bier em Gramado

A Serra Gaúcha é conhecida pela qualidade de seus vinhos, e eu já falei bastante sobre eles por aqui. Nos últimos anos, no entanto, a produção de cerveja também tem ganhado bastante espaço na região.

Em Gramado, a Rasen Bier foi pioneira e ocupa uma posição de destaque. Inaugurada em 2018, a cervejaria segue a Lei de Pureza da Alemanha, na qual os únicos ingredientes permitidos na elaboração da bebida são a água, o malte, o lúpulo e a levedura.

“A Cerveja de Gramado”, como é conhecida (Rasen, em alemão, significa gramado), começou com uma produção relativamente modesta, mas cresceu e expandiu seus negócios. Nesse post vou falar sobre todas as atrações lupuladas da cervejaria na cidade. 😉

Rasen Platz

Localizado em um dos pontos turísticos mais famosos de Gramado – a Rua Coberta, a Rasen Platz foi inspirada no estilo das cervejarias de Munique.

O lugar é animado: os visitantes são recebidos por uma legítima bandinha alemã! (Ah, os atendentes também trabalham com essa mesma vestimenta típica que os integrantes da bandinha estão usando. É pra se sentir na Baviera, né? 🙂 )

Bandinha alemã

O Rasen Platz  apresenta em sua carta de bebidas todo o portfólio da cervejaria. São servidos chopps da Rasen nas versões Ambar Ale, APA, Brown Ale, Dunkel, Pilsen, Strong Golden Ale e Weizen.

O restaurante oferece um menu inspirado na gastronomia germânica, que conta com petiscos e também com pratos maiores.

Petiscos rasen

Já estive lá duas vezes e nas duas escolhi a mesma opção como prato principal: o Eisbein, ou joelho de porco. Gente, eu sei que esse prato não tem um nome muito atraente, mas ele é maaaaravilhoso. A carne desmancha, o purê é leve e cremoso e o chucrute… é chucrute, né? E eu amo! Comi e repeti! 🙂

Esse foi o joelho que comi na segunda vez. O prato estava em uma versão “compacta”, pois estávamos em uma press trip. (E mesmo assim era grande, viu?)

Joelho de porco

Mas… não se engane, a versão “original” do joelho de porco é um pouquiiiiiinho maior…

Da primeira vez que fui lá eu dividi o prato com três pessoas! (E sobrou!)

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De sobremesa experimentei o Apfelstrudel, que chegou quentinho na mesa. Delicinha!

Apfelstrudel

Super recomendo o Rasen Platz pra quem estiver passeando pelos arredores da Rua Coberta e quer comer bem em um ambiente mais despretensioso.

Endereço: Rua Madre Verônica (rua Coberta), nº 50.
Funcionamento: aberto de terça a sábado, das 8h às 18h.

Bier Park

Dentro do Rasen Platz está o mais novo empreendimento da cervejaria: o recém aberto Bier Park – o parque mais tecnológico de Gramado, que tem a cerveja como tema.

A visita inicia contando a história da cerveja desde seus primórdios. O trajeto é guiado por monitores e ainda conta com explicações dadas por personagens mecatrônicos.

Bárbaros - Bier Park Rasen

Passada a área histórica, os visitantes seguem para a área de apresentação dos ingredientes da cerveja, como o malte e o lúpulo. No local, uma simulação de fábrica demonstra todas as fases do processo de produção da bebida.

Bier Park Rasen

No andar de cima, chega o momento da interatividade: os visitantes podem se divertir em um equipamento de realidade virtual e descobrir as melhores formas de harmonização em monitores de tela touch.

No cubo abaixo, me senti entrando dentro de um copo de cerveja, sentada em cadeiras que se moviam enquanto um vídeo era transmitido nas paredes!

Cubo 3d Rasen

Existe até a opção de “andar de bicicleta” pelas ruas de Gramado. Essa foi a minha atração favorita! 🙂

Bicicleta Rasen

A entrada custa R$ 50,00 com direito a uma degustação de chopp 300ml no final do passeio, ou R$ 70,00 com direito a degustação de cinco tipos da bebida (ambas as opções para maiores de 18 anos). Estudantes e idosos contam com valores especiais; crianças de até 7 anos não pagam.

Degustação Rasen

Degustação de chopps inclusa no ingresso

Eu adoro essas mini degustações porque dá pra notar melhor as particularidades de cada versão. A minha favorita foi a Ambar Ale, que tem um sabor bem frutado. Adorei! 🙂

Endereço: Rua Madre Verônica (rua Coberta), nº 50 – dentro do Rasen Platz.
Funcionamento: Todos os dias, das 10h às 22h.

Boreal Rasen Gastropub

Que tal comer e beber bem no único gastropub temático de Gramado? Esse é o Boreal Rasen Gastropub!

A decoração do bar é inspirada no Polo Norte, com pelegos nas cadeiras, galhos junto aos lustres e animais decorativos pendurados nas paredes.

Boreal

O cardápio é super variado e conta com pratos individuais e também pra dividir, além de hambúrgueres, tábua de frios e antepastos, e petiscos.

O prato favorito da mesa foi o filé à parmegiana, que chegou suuuuper crocante, acompanhado de linguini ao sugo (linguini é o meu formato de massa favorito!).

Boreal filé parmegianna

De sobremesa, experimentamos a esfera surpresa. Despejando a calda quente, o chocolate derrete revelando um brownie e sorvete de creme. (Eu sempre quis provar essa sobremesa mega “instagramável”!)

Boreal sobremesa

Achei essa uma ótima opção pra curtir a noite em Gramado. Cerveja de qualidade, bons drinks, ambiente aconchegante e comida gostosa. Ah, o gastropub agrada também as crianças: o local tem, ainda, uma brinquedoteca.

E fica a dica se você “é da night”: o bar também conta com música ao vivo em alguns dias da semana. Você pode acompanhar a programação na página deles no Facebook.

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 2497.

Ice Bar

Quem vai à Gramado quer curtir um friozinho, não é mesmo? Que tal -14ºC? 🙂

O Ice Bar é um parque temático com diversas esculturas de gelo, como cadeiras, sofá, balcão e diversos personagens.

Esse é um passeio que pode (e deve) ser aliado à visita ao Boreal Rasen, isso porque o Ice Bar fica dentro do gastropub.

Ice Bar

Mas não se preocupe se você não estiver com roupas suficientes para encarar os 14 graus negativos. O primeiro passo antes de entrar na sala gelada é colocar um casaco quentinho e luvas, oferecidos pelo local e inclusos no valor do ingresso. (Ah, mas melhor ir de calça comprida e sapato fechado, viu?)

Ice Bar casacos

No interior do Ice Bar você encontra um ambiente de 150 metros quadrados cheio de esculturas que rendem belas fotos. Tudo é bem colorido lá dentro, cada objeto é iluminado com uma cor diferente.

O tempo de permanência no local é livre, mas como o frio é intenso (e até pelo espaço não ser muito grande), em no máximo 30 minutos você já viu tudo e fez suas fotos.

Ah, as fotos… esse é um ponto delicado. Você não pode tirar fotos lá dentro com o seu celular. O Ice Bar possui um fotógrafo profissional que tira fotos dos visitantes, e elas são vendidas na saída do bar.

The Iron Throne? Nahhh…

Aqui é o The Ice Throne! 🙂

Trono de gelo

O valor do ingresso para adultos é de R$ 28 e crianças até 12 anos pagam R$ 16. O ingresso também dá direito a um drink cortesia ou um suco, que é servido em um copo de gelo.

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 2497.
Funcionamento: de terça à domingo, das 14h30 às 22h30. Aos sábados das 14h30 às 23h.

Tour na fábrica da Rasen Bier

Existe, ainda, a opção de fazer uma visita na fábrica cervejeira da Rasen (essa atração tá na lista pra próxima visita à cidade!).

O tour acontece de segunda a sexta, das 9h às 11h30, e das 14h às 16h. Nos sábados, domingos e feriados a visitação está disponível das 9h às 16h. Não é necessário agendar com antecedência.

Os preços variam de acordo com as opções de degustação:

Standard – R$15,00: visita + degustação de chopp Pilsen (copo de 300ml)
Premium – R$19,90: visita + degustação de 5 estilos de chopp (100ml cada)
Super Premium – R$24,90: visita + degustação dos 7 estilos de chopp da marca (100ml cada)

Endereço: Rua Cândido Godoy, nº 82.

Rasen Deutsch Bar

O Rasen Deutsh é um bar de comidinhas rápidas estilo “buteco”, de inspiração alemã. O cardápio conta com salsicha bock, joelho de porco, sopas e sanduíches – tudo harmonizado com a Rasen bem gelada.

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 2512.

E aí, curtiu as sugestões de passeios cervejeiros em Gramado? 🙂

Chopp Rasen

Um brinde! Ein Prosit! 🙂

Se quiser ler outros posts sobre a cidade, clique aqui. ❤️

 

* A visita aos espaços Rasen foi feita a convite da agência Insider2.

 

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Olivas de Gramado: turismo rural, cultura e gastronomia

No último final de semana aprendi muito sobre a olivocultura no novo empreendimento turístico da Serra Gaúcha, o Olivas de Gramado. O local reúne cultivo de oliveiras, restaurante de comida afetiva e vivências junto à natureza.

Vem ver como foi!⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Olivas de Gramado

O Olivas de Gramado é o primeiro empreendimento do Rio Grande do Sul dedicado ao olivoturismo. Localizado a 14km do centro de Gramado, o complexo proporciona aos seus visitantes uma experiência completa em torno da olivocultura.

Olivas

São mais de 150 hectares, onde foram plantados 12 mil mudas de oliveiras de seis diferentes variedades. Além disso, mais de 90 hectares são de Área de Preservação Permanente, monitoradas para que o ecossistema se mantenha inalterado.

O cenário do parque é arrebatador: a propriedade é cercada por mata nativa e pelo cânion da Pedra Branca.

Canion Olivas

Alguns mirantes de contemplação foram instalados no complexo, proporcionando ao visitante vistas privilegiadas da paisagem.

Mirante

Quem está à frente do projeto é o empresário Daniel Bertolucci, e foi ele quem nos recebeu e explicou a verdadeira missão do Olivas.

“Queremos resgatar a história e a essência de Gramado, trazendo o turista para a área rural onde a cidade começou”, destacou. O Olivas fica na Linha Nova, local onde os primeiros imigrantes da região se instalaram.

Daniel Olivas

Foi o Daniel que nos guiou no tour rural, passeio em um microônibus que percorre toda a propriedade. Durante o trajeto, passamos pelas plantações de oliveiras, horta orgânica, pomares e demais atrações do Olivas, e também ouvimos histórias sobre a origem de Gramado e sobre a olivocultura.

Degustação

Além de conhecer o processo de produção do azeite de oliva, sua história e benefícios para a saúde, tivemos a oportunidade de fazer uma degustação de azeites e infusões produzidas na casa.

Quem conduziu essa experiência, que foi uma verdadeira aula, foi o azeitólogo português João Lima. João nos ensinou, entre uma piadinha e outra, a analisar a qualidade do azeite.

Degustação Joao

O azeitólogo João Lima

A degustação foi feita nesses copinhos de plástico, e a primeira dica que recebemos foi a de girá-los. Se o azeite não aderir às “paredes”, é sinal de má qualidade. Produto bom é encorpado, denso.

Degustação

Outra dica que ele nos deu é que os bons azeites têm um perfume fresco como o mato, como grama cortada. Nunca tinha percebido isso. Legal, né?

Além do azeite da casa, produzido em parceria com outra fazenda da região, degustamos infusões de limão siciliano, bergamota e baunilha, pimenta calabresa, ervas de Provence, alho e canela. Essa última, pra mim, foi a mais surpreendente. Já trouxe um vidrinho pra casa!

Lojinha

Além dos azeites e infusões, a lojinha que fica logo na entrada da casa principal oferece uma grande variedade de produtos da região e souvenirs.

Lojinha Olivas

Encontramos por lá também alguns cosméticos orgânicos produzidos com azeite de oliva, como cremes, sabonetes artesanais, shampoos, condicionadores, sais de banhos e outros itens desenvolvidos exclusivamente para o Olivas.

Olivas loja

Fazendinha

Um dos grandes destaques do Olivas é a Fazendinha de animais de pequeno porte. ❤️

Logo na entrada (à direita, na foto), uma mini casinha guarda um sino. Daniel nos explicou que temos que tocá-lo para que os animais saibam que estamos chegando.

Fazenda

Cada animalzinho tem a sua casa, e cada uma tem a sua arquitetura e decoração próprias. ​Passear por esse cenário lúdico e encantador é realmente incrível! É uma mais lindinha que a outra! 😍

Fazendinha 1

No centro da Fazendinha, um lago com patinhos dá um tom ainda mais bucólico.

Fazendinha 2

E os animais… eu amei demais!

Cabras, mini vaca, mini porcos, coelhos, pôneis e ovelhas. Morri de fofura mil vezes!

Bode

Essa é uma ótima experiência para crianças, pois elas podem ver de perto e até tocar em animais que, muitas vezes, ainda não tiveram a oportunidade de conhecer.

Vaca Olivas

A vista da casa das galinhas é maravilhosa, hein? Moram bem!

Galinhas

E tem até uma casinha de hobbit! Me senti em Hobbiton, na Nova Zelândia! 🙂

Hobbit

Esse cenário me lembrou muito aquele joguinho Colheita Feliz! ❤️

Fazendinha

Almoço

A trattoria do Olivas tem a proposta de resgatar as antigas receitas familiares dos imigrantes que colonizaram a região, oferecendo pratos que valorizam a identidade cultural da Serra Gaúcha.

O restaurante trabalha com o conceito “Farm to Table”, buscando insumos de produtores da região, e trazendo para a mesa as saladas cultivadas na horta da casa.

Restaurante

Servido entre 11h30 e 15h, o Menu Raízes oferece uma sequência que inclui sopa de capeletti, tagliatelle ao molho caipira, tortéi, carne de panela, costelinha de porco na cerveja preta e galinha caipira.

Ah, não poderia faltar polentinha frita e a polenta da nona, servida na tábua. NHAM! 😋

Ah, o parque também oferece cestas de pique-nique personalizadas, para comer enquanto contempla a paisagem dos cânions, lagos e plantações de azeitonas.

É muito lindo quando grandes empreendimentos realizam cuidados minuciosos de preservação da natureza e valorizam os produtores locais, né? O Olivas me proporcionou uma experiência gastronômica, cultural e de contato com a natureza.

Que a missão do Olivas se perpetue como as centenárias oliveiras! ❤️

 

Serviço:

O ingresso custa R$ 60 e inclui o tour rural de micro-ônibus pela propriedade, degustação de azeites, visita à Fazendinha, e acesso a trilhas ecológicas autoguiadas.

O almoço “Menu Raízes” custa R$ 70.

O Olivas de Gramado abre todos os dias, das 10h às 18h, com exceção das quartas-feiras.

EndereçoRua Vereador José Alexandre Benetti – Linha Nova

Você pode agendar transporte gratuito de seu hotel em Gramado ou em Canela pelo telefone (54) 3286-1382 ou whatsapp (54) 99610-7626.

Mais informações no site do Olivas de Gramado.

 

* A visita ao Olivas de Gramado foi feita a convite da agência Insider2.

 

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Rei dos Leitões: o melhor lugar para comer o Leitão à Bairrada

Esse post é para salientar que a culinária de Portugal vai muito além de bacalhau e de doces de ovos. Conheça agora o Leitão à Bairrada, eleito uma das 7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa. 😋

Leitão à Bairrada

Iguaria típica da cidade de Mealhada, o Leitão à Bairrada segue todo um ritual de preparo, que inicia desde a criação dos leitões, a escolha da raça, a forma de abatimento e até a maneira de empratar.

O resultado é uma carne tenra, que se desmancha, sob a pele dourada, brilhosa e estaladiça.

Atualmente, são servidos cerca de três mil leitões diariamente na região – o prato realmente virou uma atração turística do país. Então claro que fizemos um pit stop por lá em nosso trajeto rumo ao Porto.

Rei dos Leitões

A Mealhada conta com diversos restaurantes que preparam o prato, mas um deles me chamou mais a atenção.

Eu descobri o Rei dos Leitões no Porta Afora, canal de viagem do apresentador Fábio Porchat e da jornalista Rosana Hermann no YouTube. Eles falaram tão bem do restaurante no programa sobre Portugal que eu babei assistindo e anotei a dica para quando eu fosse pra lá.

Felizmente demorou apenas um ano para eu matar essa vontade! 🙂

Aberto em 1947, o Rei dos Leitões é o segundo restaurante mais antigo do país especializado no Leitão à Bairrada, e está na mesma família há três gerações.

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Por dentro do restaurante, a decoração fica por conta dos diversos porquinhos dispostos nas prateleiras.

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O almoço no Rei dos Leitões

Bem, antes de ir ao leitão propriamente dito, pedimos duas entradinhas para “abrir os trabalhos” – uma empada e um rissole, ambos recheados de porco.

Os dois estavam muito gostosos, os recheios eram bem molhadinhos. Mas, se eu tivesse que escolher um só para repetir, seria a empada. A massa estava bem novinha e crocante, contrastou mais com o recheio cremoso.

E então, o leitão!

O Leitão à Bairrada é assado a 300ºC por cerca de 2 horas em forno à lenha, levando borrifadas de vinho branco de tempos em tempos.

A carne é empratada com a pele sempre virada para cima, sem nunca soprepor os pedaços, para manter a textura crocante, e para que o sabor do interior do leitão seja distinto do da parte de fora.

Gente… isso é bom demaaaaais!

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Acompanhando o leitão, vieram salada, laranjas e batata chips.

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E, ainda, o toque especial que fez toda a diferença: um saboroso molho que lembrava um vinagrete, com forte sabor de alho. Adorei!

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Ah, caso você esteja com alguém que não goste tanto de carne de porco, não precisa se preocupar. Além do prato que é o carro-chefe da casa, existem outras opções no cardápio, como frutos do mar e filés.

A Adega do Rei

Algo que merece um destaque especial é a excelente carta de vinhos do local, que é enorme. Logo ao lado da entrada do restaurante fica a Adega do Rei, onde parte dos vinhos da casa ficam armazenados.

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Pedimos para conhecer o local por dentro e fomos surpreendidos por uma grande variedade de vinhos e também pelas roupas de confrarias de enólogos.

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Enfim, se você estiver de carro entre Lisboa e Porto, vale a pena dar uma paradinha na Mealhada para experimentar um dos grandes ícones da gastronomia portuguesa.

 

Serviço:

A Mealhada fica a cerca de 220 km de Lisboa e a 22 km de Coimbra.

Rei dos Leitões – Endereço: Avenida Restauração, Nº 17 – Mealhada.

O Leitão à Bairrada custou 38 €, para duas pessoas. Cada salgado custou 1,70 €.

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Geo Museu reúne pedras ancestrais em ambiente moderno

Cada vez mais fico convencida de que Gramado é um mundo à parte no Brasil. A cidade planeja seu crescimento voltada para o turismo, programando eventos que atraem visitantes o ano inteiro, e também criando novos atrativos que oferecem diversas opções de entretenimento.

São tantos locais e atividades interessantes que a cada visita que faço à Gramado, em vez de achar que já vi tudo, volto com a impressão de que existem cada vez mais coisas para conhecer.

Nos últimos dias eu estive por lá e fiquei muito surpreendida ao visitar o novíssimo Geo Museu, inaugurado em meados de abril.

O Geo Museu sucede o Museu Gramado de Pedras Preciosas, fundado em 2008. Ele foi instalado em um amplo prédio de três mil metros quadrados, construído especialmente para receber seu acervo.

Geo Museu - Fachada

O Geo Museu exibe minerais como ágatas, ametistas, citrinos, turmalinas e opalas, entre outras gemas brasileiras e de outros países, além de exemplares de fósseis.

Uma das coisas que mais me chamou a atenção no local é que ele ganhou uma cara super moderna, dá pra ver que o design foi minimamente pensado. Olha que bonita a pintura da bilheteria!

bilheteria

Alguns painéis de pedras dão até uma cara meio “Apple”, né não?

Geo Museu - cartaz 2

Pedras preciosas

O Geo Museu reúne mais de 600 pedras preciosas do Brasil e de outros países, como Paquistão, Indonésia, Peru, Índia, Uruguai, entre outros.

Uma das grandes estrelas do local é uma ametista gigante – a maior exposta no país. Ela mede 4 metros de altura, pesa 7 toneladas e está avaliada em US$ 1 milhão. Ah, e o mais legal: existe um mecanismo que abre e fecha o geodo, mostrando como a pedra era antes de ser partida ao meio.

Eu acho muito lindos esses exemplares que remetem a outros padrões da natureza.

Esse, por exemplo, me lembrou um tronco com cogumelos:

Geo Museu - Rosa do Deserto

Já esses se parecem com corais:

Adorei esse ambiente todo preto que conferem mais contraste às cores e formas das pedras, valorizando cada peça.

Geo Museu - pedras

Pedras preciosas Geo Museu

Pedras 2 Geo Museu

Fósseis

O Geo Museu também conta com um salão de fósseis, acervo histórico que abriga animais e exemplares de madeira petrificados.

Fósseis Geo Museu

Fosseis

No espaço, você encontra até uma pinha fossilizada, vinda da Patagônia. Incrível!

Pinha

Cenários para fotografar

Além de seu impressionante acervo, o Geo Museu também tem atrativos para aqueles que adoram um lugarzinho “instagramável”, com cenários e objetos que rendem boas fotos.

Logo na entrada, capacetes e equipamentos de mineração ficam disponíveis para você tirar uma fotinho como essa:

Dadá

Eu e a Dada Mitinguel não perdemos tempo! kkk

Em outra sala, mais um cenário: a famosa cena do Titanic recriada em pedra!

Geo Museu - Titanic

Quem aí também tinha uma arvorezinha de pedras há alguns anos atrás? O clássico dos anos 90 é apresentado em versão gigante no museu!

Geo Museu - árvore

E esse jardim com bolas de pedra que se movem e cerejeiras ao fundo? A Dada Mitinguel aproveitou pra fazer um book! 🙂

Cenário

Eu me apaixonei demais por esse globo terrestre de pedra! Quero um igual na minha sala agora mesmo!

Geo Museu - Globo

Lojinha

Depois de percorrer todos os espaços, os visitantes chegam à lojinha do museu, que tem diversos objetos de decoração e jóias com pedras preciosas.

Geo Museu - loja

Olha aí os globos de pedra – versão reduzida. Amei todos! 😍

Geo Museu - globos

Enfim, adorei o passeio e me surpreendi MUITO! Jamais imaginaria que a visita a um museu de pedras preciosas me deixaria tão boquiaberta.

Super recomendo o Geo Museu a quem passar por Gramado! 🙂

 

Serviço:

Os ingressos do Geo Museu custam R$ 24 para adultos e R$ 12 para crianças, idosos, estudantes e portadores de necessidades especiais.

Funcionamento: o museu está aberto todos os dias, entre 8h30 e 18h.

Endereço: Avenida das Hortênsias, nº 5905 – Gramado.

 

* A visita ao Geo Museu foi feita a convite da agência Insider2.

 

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Portugal: onde comer bem no Porto

Porto foi a nossa última parada em Portugal. Nessas alturas, eu já estava tão apaixonada pelo país que caminhei pelas ruas da cidade com sentimentos que mesclavam a alegria de um primeiro encontro e a melancolia do adeus que se aproximava.

E que cidade linda! O Porto do Rio Douro, das igrejas cheias de azulejos, das caves e das pontes. O Porto da gastronomia!

Fomos em alguns restaurantes na Invicta (apelido da cidade) que entraram na lista dos melhores da vida. Também experimentamos pratos típicos muito surpreendentes, como a Açorda de Mariscos e o Galo à Bordalesa.

Não foram tantos dias no Porto, mas vivemos momentos intensos e marcantes. Vem ver os lugares que amei por lá e que super indico! 😉

Adega São Nicolau

A Adega São Nicolau já estava no meu roteiro (inclusive eu já sabia até o que pedir antes mesmo de olhar o cardápio).

Foi o nosso primeiro almoço no Porto e aqui inicia a nossa maré de sorte: chegamos lá ao meio-dia, sem reserva, e conseguimos a última mesa disponível.

A Adega São Nicolau fica em uma pequena ruela próxima ao rio. O restaurante conta com algumas mesas internas e outras externas (que, pra mim, são as mais legais – foi numa dessas que sentamos).

Em seguida, veio a entradinha: um delicioso bolinho de bacalhau que já me deu uma alegria imediata. Quentinho, crocante por fora, delicioso.

E então é chegado então momento de fazer o pedido que já estava na ponta da língua (tarefa bem difícil, aliás: o cardápio era curto mas tudo parecia delicioso).

Mas quando li em um blog ou dois que o Galo à Bordalesa da casa era incrível, minha barriga roncou de ansiedade, porque eu gosto muito de frango! Foi esse o meu pedido.

Cozido no vinho tinto, o Galo à Bordalesa foi sem dúvidas o melhor frango que eu já comi na vida. Tempero forte, marcante, bom de um jeito que não sei explicar. ❤️

Galo à Bordalesa

Já o Vinícius escolheu o Polvo à Lagareiro e só digo uma coisa pra vocês: dava pra cortar com a colher! Sensacional!

Eu acho tão legal esse tipo de preparo que não envolve molhos complicadíssimos e várias etapas. É cozinha de ingrediente, gostosa, bem feita.

Polvo à Lagareiro

Ah, as porções são individuais, mas muuuito bem servidas. Comemos tudinho!

Se a nossa estadia no Porto fosse só esse almoço, eu já estaria satisfeita. Felizmente não foi…

Endereço: Rua de São Nicolau, nº1.

Taberna dos Mercadores

Eu não lembro como chegamos no assunto, mas em algum momento da nossa conversa com o garçom da São Nicolau ele nos comentou que os mesmos proprietários de lá também tinham outro restaurante que estava super “em alta” na cidade. Era a Taberna dos Mercadores.

Pesquisei no Google sobre a casa e descobri que era a nº1 no Tripadvisor no quesito “frutos do mar no Porto”. Tá, precisamos ir lá agora mesmo!

Chegamos em um sábado na Taberna, sem reserva. O restaurante é super pequeno, com cerca de 16 lugares disponíveis. Lembrando: lugar famosinho, sábado, Ribeira transbordando de turistas, poucos lugares. E CONSEGUIMOS UMA MESA! Lembra que falei de uma sequência de golpes de sorte?

Depois da gente, acho que pelo menos umas 40 pessoas passaram por lá pedindo mesa, querendo esperar. Ninguém mais conseguiu um encaixe.

Quando os pratos chegaram e começamos a comer eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser: SORTE, SORTE, SORTE.

Foi na Taberna que comemos o prato que mais nos surpreendeu em Portugal: a Açorda de Mariscos.
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A Açorda é feita com pão dormido, cozido em um caldo de mariscos. A textura fica semelhante a uma polenta, e o sabor… uma explosão de mar na boca! Ai, que delícia! Se você for lá, come isso por mim porfavorzinho? 🤤

Açorda  - Taberna dos Mercadores

Pedimos também outro prato típico de Portugal que eu estava curiosíssima pra experimentar: a feijoada de mariscos. Caldo encorpado e cheio de sabor de frutos do mar e linguicinha defumada misturados. Quero comer isso em todos os próximos invernos!

Feijoada de Marisco - Taberna dos Mercadores

E então, novamente conversando com o garçom… descobrimos que os mesmos donos do maravilhoso Adega São Nicolau e do sensacional Taberna dos Mercadores tinham ainda um TERCEIRO restaurante.

Assim meu coração não aguenta…

Endereço: Rua dos Mercadores, nº 36.

Terreiro

Já que nos dois primeiros o amor foi eterno e verdadeiro, a gente tinha que ir na outra casa criada pelo gênio António Coelho (falecido em 2017).

O Terreiro é o restaurante do trio que tem a vista mais privilegiada – fica de frente para o Douro e Vila Nova de Gaia. O ambiente é uma delícia, com mesas externas que convidam você a curtir o almoço sem pressa.

E no Terreiro, novamente, os sortudos conseguiram mesa sem reserva. (Sério, gente, não façam como nós, não sejam vidaloka, poderia ter dado muito errado – de novo vimos várias pessoas saírem sem conseguir sequer uma chance de esperar.)

Pedimos o Bacalhau à Terreiro, com legumes e crosta de broa. Bacalhau virou meu novo comfort food, de verdade. Tava maravilhoso!

Bacalhau à Terreiro

Pedimos também o meu queridinho Arroz de Marisco, que veio SUPER caldeado e com muitos frutos do mar. Olha o coentro ali nadando bem lindo! ❤️

Arroz de Marisco Terreiro

Mas aqui deixo um adendo: ao contrário da Adega São Nicolau e da Taberna dos Mercadores, lá o atendimento era bem mais frio.

Endereço: Largo do Terreiro, nº 11/12.

Cervejaria Brasão

Tá, chega de nepotismo, né?

Hora de variar a administração e também o cardápio. Hora de experimentar a famosa Francesinha do Porto!

Pesquisei muito para escolher o melhor local para comer a Francesinha, e cheguei em lugares que são bem conceituados: Café Santiago, Lado B e Brasão. A dúvida foi grande, mas acabei escolhendo pela que me pareceu mais apetitosa visualmente, a Brasão.

Vocês estão interessados em ouvir mais uma saga dos sem-reserva? hahahah

A Brasão tem duas casas – a Aliados (mais tradicional) e a Coliseu (mais nova). Chegamos na Aliados e a casa já estava lotada. Lá, se não tiver reserva, a situação fica difícil. Mas prontamente a recepcionista já ligou para a Coliseu e deixou uma mesa reservada pra gente. (Mas na Coliseu acredito que mesmo sem reserva todo mundo consegue entrar, o local é enorme!)

Bem, vamos à Francesinha!

A Francesinha é feita com dois pães de forma grossos, recheados com bife bovino, linguiça, salsicha fresca, presunto e queijo. O sanduíche é levado ao forno coberto com molho de tomate, mais queijo e um ovo com gema mole! Delícia, hein?

Ah, achei muito legal que o garçom trouxe uma cumbuca com molho extra. Claro que eu usei sem parcimônia!

Além da Francesinha super gostosa, comemos um Caldo Verde e duas sobremesas ótimas por lá. O ambiente da Brasão é descontraído e o clima de taberna é convidativo para experimentar as diversas cervejas e chopps do cardápio.

Francesinha do Porto - Brasão

Endereços: Rua de Ramalho Ortigão, nº28/ Rua de Passos Manuel, nº 205.

Gazela

Em termos de turismo gastronômico, um dos meus ídolos e grandes inspirações é o querido Anthony Bourdain, que infelizmente nos deixou em 2018. Mas o conteúdo que ele deixou sobre diversas cidades do mundo ainda me acompanha na hora de programar os meus roteiros – eu sempre vejo os programas do Bourdain sobre os destinos que vou visitar.

Foi assim que eu descobri os Cachorrinhos do Gazela.

Eu e muita gente, na verdade. A casa aberta em 1962 passou a ser muito procurada pelos turistas depois de aparecer no programa. Quando chegamos lá, estava lotadinha! Muita gente espremida nos balcões com seus copos de cerveja gelada e seus pratos de Cachorrinhos.

A fama é justa. O pão fino e compridinho, recheado de salsicha, queijo e um molho levemente picante é realmente sensacional. E a simpatia dos funcionários é muito cativante.

Pra mim, essa é uma das experiências gastronômicas mais genuínas e imperdíveis do Porto! 😋

Cachorrinho do Gazela

Endereço: Travessa do Cimo de Vila, nº 4-10.

Conga – A Casa das Bifanas

Mais um lanchinho famoso do Porto: bora conhecer a Conga – estabelecimento aberto em 1978.

A Bifana da Conga é um sanduíche de carne de porco cozida em um molho picante. Só isso mesmo – pão e carne.

Visualmente ela não é bonita. Quando chegou na mesa eu até pensei: “ihhh, feio e grande demais, esse aí vai ficar inteirinho pro Vini”.

Aí cortei só uma pontinha pra provar. Depois cortei mais uma, e mais uma. E cada mordida era um deleite de carne molhadinha e picante.

– Uma cerveja da casa pra acompanhar, por favor. E nos traga mais uma bifana!

Essa viagem me ensinou muito a acreditar que, mesmo quando a comida não é bonitona, ela pode ser maravilhosa. (Já leu a história dos ossos do Zé Manel?)

Bifanas do Conga

Endereço: Rua do Bonjardim, nº 314.

E então, curtiram as sugestões? Eu gostei muito de escrever sobre elas, foi uma ótima maneira de reviver a nossa estadia e comilanças pelo Porto! 😋

Ah, como ficamos pouco tempo por lá, não deu tempo de comer tudo que a gente queria. Então vou deixar aqui também outras dicas de lugares que pesquisei e que eu gostaria de ter visitado.

Casa Guedes (para o sanduíche de pernil com queijo da Serra da Estrela); Adega Santo Antonio (comi o mousse – maravilhoso, mas dizem que a comida é ótima e com preço justo); Café Santiago e Lado B (para outras versões de Francesinhas); Rei dos Galos de Amarante (para experimentar o prato típico Galo à Cabidela); Flor dos Congregados e A Cozinha do Manel (restaurantes de cozinha portuguesa bem tradicionais).

Se você for em algum desses, depois me diz o que achou, ok? 😉

 

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Conheça o parque Terra Mágica Florybal, em Canela

Em minha última viagem à Canela eu fiquei hospedada do ladinho do Terra Mágica Florybal e então aproveitei para conhecer o parque.

Eu achava que o Terra Mágica era predominantemente voltado ao chocolate, mas essa é só uma parte dele. São diversas áreas temáticas diferentes, eu me surpreendi com o tamanho e estrutura do local.
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As atrações são voltadas principalmente ao público infantil, mas nesse tipo de lugar eu volto a ser criança e super me divirto.

Ah, leia o post até o fim, ok? Ele encerra com uma história super bacana! ❤️

Terra Mágica Florybal

Quem recebe os visitantes no parque é o Gigante Semeador. O anfitrião carrega nos braços a própria Terra Mágica Florybal.

Entrada Terra Mágica Florybal

Logo na entrada do parque, passamos em frente a uma pequena fábrica de chocolates. Pela janela, podemos acompanhar a produção dessas belezinhas aí de baixo!

Chocolates - Florybal

Paradinha estratégica pra foto clássica, dentro do caldeirão de chocolates. 🙂

Caldeirão - Florybal

Mina dos Duendes

A primeira atração é a Mina dos Duendes – uma grande caverna onde réplicas de duendes realizam o trabalho de mineiros de chocolate.

Mina de chocolate - Florybal

No fundo da mina, uma cascata de chocolate! 😋

Cascata de chocolate - Florybal

Castelo Medieval

Na saída da mina, encontra-se o Castelo Medieval. Dentro dele, um restaurante, teatro infantil, loja de chocolates e souvenirs e um playground.

Castelo Medieval - Florybal

Ali perto, ficam outras atrações inclusas no ingresso.

Simulador de montanha-russa

Simulador - Florybal

Teatro de bonecos

Teatro de Bonecos - Florybal

Floresta Mágica

Uma das coisas que mais gostei no Terra Mágica Floribal foi que esse é um parque construído em meio à natureza.

Na trilha da Floresta Mágica, que tem aproximadamente 2,5 km, os visitantes seguem um percurso que mescla a mata nativa da região com esculturas de animais e personagens que simbolizam a preservação do ambiente.

Floresta Mágica - Florybal

E olha que bacana: todas essas esculturas são feitas pela própria Florybal. A empresa montou um ateliê especialmente pra isso.

Eu adorei esse pórtico de gorila!

Gorila - Florybal

Esse é o Guardião da Floresta, personagem que simboliza proteção à natureza. A escultura de 11 metros de altura tem junto a si um mirante, onde os visitantes podem subir para apreciar a vista da vegetação.

Guardião da Floresta - Florybal

Natureza - Florybal

Caminho dos Mistérios

Em seguida, chegamos no Caminho dos Mistérios. Nesse momento, as figuras de animais são substituídas por demônios e criaturas assustadoras.

Lá encontra-se a Casa do Drácula, local onde os visitantes entram pra tirar fotos como essa aí do meu marido. kkk

Casa do Drácula - Florybal

Território dos dinossauros

Lembra que eu falei que as trilhas eram cercadas de natureza? Olha só que linda que é a entrada do Território dos Dinossauros – uma das áreas mais legais do parque!

Território dos Dinossauros - Florybal

São diversas réplicas de dinos, com explicações sobre suas espécies e existência na terra. Alguns deles se movem e emitem sons.

E tem cada lugar legal pra tirar foto…

Território dos Dinossauros - Florybal

Nessa área do parque, os visitantes podem embarcar no Dino Móvel, um ônibus que percorre o trajeto de uma ponta a outra. Olha que bonito que ele é!

Dino Móvel - Florybal

Lago das Deusas

O Terra Mágica é cheio de lugares escondidos. Em certo momento pegamos uma trilha e fomos parar no Lago das Deusas – local dedicado à saudação e reverência de diversas crenças e religiões.

Lago das Deusas - Florybal

Eu poderia ficar ali algumas horas só curtindo a paz e o barulhinho da água.

Cascata - Florybal

Mini Fazenda de Cacau

Em outra área do parque, a Mini Fazenda de Cacau retrata o cultivo do fruto e resgata a história do chocolate.

Mini Fazenda de Cacau - Florybal

Outras atrações

Além das áreas temáticas, o parque conta com diversas atrações que são pagas à parte.

Velociraptor – esse é um dos brinquedos mais divertidos, em que o carrinho é içado à ponta de um trilho em formato de arco, e então desce com a força de seu próprio peso.

Velociraptor - Florybal

Cinema 7D – cinema 3D com “dimensões extras”: as cadeiras se movem e rola até chuva, vento e neve.

Cinema 7D- Florybal

Voo do Pterodáctilo – teleférico que passa pela área dos dinossauros.

voo do Pterodáctilo - Florybal

Carro-choque – esse dispensa comentários, faz parte da infância de todo mundo! 🙂

Carro-choque - Florybal

Valdir Cardoso: o idealizador do parque

Quando eu estava andando pelo parque, notei que um homem pegou uma folha que estava “sujando” a trilha e jogou ela na área verde. Aquela cena me deu um “estalo”! Nenhum visitante se importaria com uma folha, e dificilmente um funcionário teria esse cuidado. Isso era coisa de dono da casa.

Fui direto nele e perguntei: você é o Valdir, né? Bingo! 🙂

Valdir Cardoso - Florybal

E então ele me contou a história daquilo tudo que eu tinha acabado de ver…

Nascido em uma família humilde, Valdir começou a trabalhar na roça aos 5 anos de idade, e aos 11 anos teve que parar de estudar após concluir a 4ª série.
Com 13 anos, passou a trabalhar para ajudar no sustento da casa, atuando em diversas atividades. Aos 17, ingressou na construção civil, trabalhando em obras por 10 anos.

Mas ele tinha um sonho, e ele sabia que podia mais…

Em 1991, ao lado da esposa Janete, Valdir iniciou as atividades da Florybal em Gramado, numa área de 21m², com apenas 100 kg de matéria-prima. No início, o casal vendia os chocolates de porta em porta. Com o tempo, a fábrica foi crescendo e se destacou na produção de chocolates serranos.

Atualmente, a Florybal conta com mais de 10 lojas na serra gaúcha e tem planos de expansão para outras cidades. Todas as lojas contam com personagens gigantes coloridos, que passaram a chamar cada vez mais a atenção. “Quando percebemos que as lojas agradavam, surgiu a ideia do parque temático”, destacou.

E em 2011, nasceu a Terra Mágica Florybal.

É tão legal quando um sonho se torna realidade, né? Achei a história do Valdir muito inspiradora! 🙂

 

Serviço:

Ingressos: R$ 70,00 para adultos; R$ 35,00 para idosos, estudantes com carteirinha e crianças de 4 a 12 anos. Crianças até 4 anos não pagam.

Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h as 17h30.

Transporte: se você estiver hospedado em Gramado ou Canela, o parque oferece transporte gratuito. Para solicitar é só ligar no dia da visita com até 20 minutos de antecedência para o telefone (54) 3905-3600.

Mais informações no site do parque.

 

* A visita no Terra Mágica Floribal foi feita a convite do parque.

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Um tour gastronômico pelos clássicos do Centro Histórico de Porto Alegre

Esse é um dos posts que eu mais queria escrever desde que criei o blog!

Primeiro, porque eu amo o Centro Histórico de Porto Alegre – bairro em que eu morei por sete anos.

Segundo, porque eu curto muito ir nesses restaurantes e bares super antigos, que resistem ao tempo e passam de geração em geração.

E terceiro porque nessa lista estão lugares que fizeram parte da minha infância, que me acompanharam no início da vida adulta e que sigo frequentando.

Para organizar o post como um tour gastronômico possível de ser cumprido em um dia ou dois, escolhi uma comida-símbolo que representa cada um dos clássicos.

Bora iniciar esse passeio!

Farroupilha na Confeitaria Matheus (desde 1947)

A Confeitaria Matheus é parada obrigatória para muitos trabalhadores e moradores do Centro de Porto Alegre – ela está localizada no “miolo” da avenida Borges de Medeiros.

Fundada em 1947, o local atravessou décadas produzindo mais de 300 itens de confeitaria, padaria, lanches, cafés e biscoitos.

A grande pedida das manhãs dos clientes da Matheus é o Farroupilha – sanduíche de pão francês (ou, para os gaúchos, cacetinho), com queijo e presunto, que pode ser prensado ou não.

Você pode pensar que “ah, isso é muito simples”, mas o Farroupilha é feito sempre com um pão suuuuper novinho e com bastante queijo. É simples, sim! Mas é o simples bem feito, um sanduíche que conforta. 😋

Não é à toa que a padaria vende cerca de 300 Farroupilhas por dia!

Farroupilha

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 421.

Cachorro-quente da Confeitaria Princesa (desde 1960)

Eleito por diversas vezes pela Veja Comer&Beber como o melhor cachorro-quente da cidade, o doguinho da Princesa é um patrimônio de Porto Alegre.

O pãozinho caseiro, feito diariamente, é entregue quentinho. As receitas do molho e da mostarda são mantidas em segredo, não importa o quão insistente você seja em pedir.

Ele é pequeno, sim, mas alimenta muito bem aquela sensação de ter comido algo único e especial.

Para cumprir o programa tradicional da casa, o ideal é sentar no balcão e pedir uma guaraná caçulinha pra acompanhar o lanche. Quem prova uma vez, vira cliente fiel.

Cachorro-quente Princesa

Endereço: Rua dos Andradas, nº 1812.

Canja no Café Haiti (desde 1955)

Nas paredes do Haiti você vê a história do café mais antigo da cidade estampada em diversas imagens dos primeiros anos do estabelecimento.

O Haiti foi um dos primeiros locais em Porto Alegre a adotar o “sistema de atendimento expresso” – muito rápido e eficiente. Após passar por uma roleta, os clientes podem sentar-se em balcões em formato de U – a marca registrada da casa.

O Haiti serve lanches, doces e pratos feitos, mas a opção mais famosa do menu, que cativou o público, é a canja de galinha.

Eu sou apaixonada por canja, e essa é realmente muito especial – e também muito bem servida em uma singela cumbuca de metal. A casa não economiza na quantidade de frango e oferece um pão francês novinho pra acompanhar a sopa.

Pra mim, a canja do Haiti é a melhor pedida do inverno ou dias chuvosos na capital.

Outras curiosidades: a família proprietária do Café Haiti também fundou a Confeitaria Paris (outro clássico da cidade, na rua Riachuelo) e criou o tradicional biscoito Plic Plac – mas ambos não são mais administrados/produzidos por eles.

Canja Café Haiti

Endereço: Avenida Otávio Rocha, nº 151.

Bolinho de bacalhau no Naval (desde 1907)

Instituição na cidade, o Naval compôs o cenário boêmio do centro da cidade dos anos 60 a 90, e tornou-se ponto obrigatório de músicos e personalidades, como Lupicínio Rodrigues e Glênio Peres.

A casa mantém a tradição do excelente bolinho de bacalhau e do chopp, bem como a do “violento mocotó”. O cardápio também conta com frutos do mar (o risoto de camarão também é um clássico) e pratos de inspiração portuguesa.

Reformado recentemente, o restaurante ganhou um ambiente mais elegante, sem esquecer do passado, mantendo presas à parede fotos dos antigos frequentadores e objetos que contam a sua história.

Bolinho de Bacalhau Naval

Endereço: Mercado Público Central – lojas 91 e 93.

Bacalhau à Gomes de Sá no Gambrinus (desde 1889)

Clássico dos clássicos, o Gambrinus é o restaurante mais antigo da capital gaúcha. A inspiração do nome e do personagem-símbolo da casa vem do lendário patrono não-oficial da cerveja, Gambrinus.

O “Bar-Chope” resistiu ao tempo e às trocas de administração. Fundado por imigrantes alemães, passou pela gestão de italianos e, em 1964, foi vendido ao português Antônio Dias de Melo e seus irmãos, que passaram a abrir o estabelecimento durante o dia, como restaurante. Atualmente o local é administrado por Nadjia Melo e João Melo, membros da família lusitana.

O cardápio inclui frutos do mar, culinária portuguesa e filés. Se você for até lá, a dica é: opte pelo Bacalhau à Gomes de Sá e pelo bolinho de bacalhau. Ah, e peça também pra dar uma olhada no livro que conta a história da casa, feito com documentos históricos e matérias de jornal.

Bacalhau Gomes de Sá - Gambrinus

Endereço: Mercado Público Central, loja 85.

Bomba Royal na Banca 40 (desde 1927)

Quando eu era criança às vezes eu ia “passear no Centro” com a minha mãe. Fazíamos o combo jogar migalhas de pão para as pombas da praça em frente à prefeitura + uma taça de sorvete na Banca 40.

Dificilmente algum lugar ou sabor que você provou na infância continua o mesmo com o passar dos tempos. O cenário da Banca 40 mudou, e muito. Antigamente ela ficava em uma loja lateral no Mercado Público, e hoje ela brilha na área central.

Mas o sabor… é exatamente o mesmo!

Banca 40 me lembra afeto. ❤️

O clássico da casa: Bomba Royal – três sabores de sorvete e a deliciosa nata batida. Prove também a salada de frutas com nata, a salada de frutas com sorvete, o tropical, a banana split… tudo lá é tão bom e tão infância!

Bomba Royal

Endereço: Mercado Público Central – bancas G, H e I.

Chopp no Tuim (desde 1941)

Se você fizer esse tour em um dia só, o Tuim é o lugar pra encerrar o ciclo com um chopp gelado! O boteco mais tradicional da cidade iniciou suas atividades na Rua Uruguai, mas se mudou para o atual endereço na “rua da Ladeira” em 1958.

Em 2011, ganhou um deck na calçada, mas apesar da “modernização do ambiente”, ainda segue com a escolha de não oferecer wi-fi aos clientes.

Tuim é lugar de chopp gelado e boa conversa à moda antiga.

Tuim

Endereço: Rua General Câmara, nº 333.

Quer mais dicas de onde comer bem em Porto Alegre? Clica aqui pra ler o post com os meus restaurantes de cozinha internacional favoritos! 😉

 

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Os melhores Pastéis de Nata de Lisboa

O Pastel de Nata (ou Pastel de Belém) é um dos doces mais populares da confeitaria portuguesa. A “panelinha” de massa folhada recheada com um creme de leite e ovos é um ESCÂNDALO de bom! Eu já tinha comido o doce no Brasil, mas nem se compara ao que é provar por lá. 😋😋😋

Em Lisboa existem diversas casas especializadas no doce e até uma competição que define anualmente qual é o melhor pastel de nata da cidade.

Antes de ir pra lá eu não acreditava na história de que cada pastel tinha seu próprio sabor e textura, mas gente: acreditem! Eles são muito diferentes entre si.

Aproveitamos que o preço é baixo (os pastéis custam entre 1 e 1,20 €), e provamos vááários pra poder notar essas nuances.

Seguem abaixo os meus favoritos:

Pastel de Belém

Embora os Pastéis de Nata estejam em muitos cafés e pastelarias de Portugal, a receita original é um segredo exclusivo da Fábrica dos Pastéis de Belém, em Lisboa. A produção dos pastéis começou em 1837 no Mosteiro dos Jerónimos e a receita é a mesma até os dias de hoje.

A massa é impecável, foi a mais crocante que experimentamos. O recheio tem a consistência bem mole e com forte gosto de leite. Como a demanda é grande, eles estão sempre quentinhos. Amei demais!

Ah, não deixe de comer por conta da possível fila, ela anda beeeem rápido! 😉

Pastel de Nata - Pastel de Belem

Endereço: Rua de Belém, nº 84-92.

Mantegaria

Esse foi o primeiro Pastel de Belém que comi em Portugal, logo quando chegamos em Lisboa, e foi amor à primeira mordida! O pastel é bem amanteigado (fazendo jus ao nome) e o creme é delicioso – um dos que mais gostei, pouco doce, não enjoativo.

A venda dos pastéis da Mantegaria é do tipo expresso, em um balcão – pagou, levou. Mas o atendimento foi suuuper querido, o funcionário sempre fazia piada com as pessoas que pediam apenas um pastel, dizendo coisas como “você tem certeza? só um?”, de um jeito bem simpático.

Pastel de Nata - Mantegaria

Endereço: Avenida 24 de Julho, nº 49 – Time Out Lisboa; Rua do Loreto, nº 2.

Fábrica da Nata

A Fábrica da Nata aposta no cenário: lá a cozinha fica à vista dos clientes e é muito legal acompanhar a produção.

Os pastéis são quentinhos, crocantes e sempre muito frescos, mas o creme é levemente mais doce do que os outros que experimentamos  – bom para quem curte doces mais doces.

Pastel de Nata - Fabrica da Nata

Endereço: Praça dos Restauradores nº 62-68 (entre outros locais).

Pastelaria Santo António

Lembra que eu comentei ali em cima que todo ano Lisboa promove uma competição pra escolher o melhor Pastel de Nata da cidade. Em 2019, a vencedora foi a Santo António, então subimos as ruas da Alfama para chegar nessa pequena e célebre pastelaria.

Ao contrário dos outros locais que citei acima, a Pastelaria Santo António não foca a sua produção apenas em Pastéis de Nata – então quando fomos lá eram poucos doces prontos. Me assustei e pensei comigo “isso tá com cara de produção parada, deve estar frio”.

Mas eu, felizmente, estava completamente enganada. O pastel chegou quentinho, MEGA crocante e eu quase chorei quando comi. Foi super justa e merecida a premiação.

Olha só que LINDA essa massa folhada:

Pastel de Nata - Santo Antonio

Endereço: Rua Milagre de Santo António, nº 10.

Pastelaria Batalha

Na Pastelaria Batalha tivemos uma experiência completamente diferente com o doce, ainda mais especial. Foi lá que participamos de um workshop pra aprender a fazer Pastel de Nata, e passamos uma tarde inteira na cozinha aprendendo todos os passos, conhecendo mais sobre o doce e a história da confeitaria portuguesa e, por fim, experimentando o doce recém saído do forno.

O creme tem muitas “camadas de sabor”. Você não sente apenas o gosto de ovo. O limão e a canela que vão na receita também são super presentes na boca. Ah, e uma “pitada” de sal na massa quebra o dulçor – o que faz você querer comer mais e mais! 🤤

Para ler como foi toda essa experiência, clique aqui.

Pastel de Nata - Pastelaria Batalha

Endereço: Rua Horta Seca, nº 1.

E o meu favorito mesmo foi…

Gente, não é porque foi o lugar que eu fiz o curso… mas, o Pastel de Nata da Batalha foi o melhor Pastel de Nata da viagem! A massa era crocantíssima, mas o que me ganhou mesmo foi o creme, que era muito saboroso.

Mas garanto que essa é uma escolha difícil, gostei de todos os outros ali de cima meeeesmo e deixei alguns que comemos por lá de fora dessa lista.

Enfim, a minha recomendação principal é: prove em mais de um lugar, e aí você vai entender que as sutis mudanças da receita de um mesmo doce podem provocar grandes diferenças no paladar. 😉

Dicas anotadas?

Pra saber quais são os outros doces que você precisa experimentar em Portugal, clica aqui. 😉

 

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Comer bem e barato na Disney: restaurantes com topping bar

Essa é uma boa dica pra quem quer comer bem e barato nos parques da Disney! 🙂

Existem restaurantes que possuem o “topping bar” – buffet com saladas e condimentos para “personalizar seu lanche”! E você pode se servir à vontade, quantas vezes quiser!

Se quiser economizar, pode comprar o hambúrguer mais barato e se fartar no buffet  – dá até pra fazer uma saladinha de acompanhamento!

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Topping Bar do Cosmic Ray

Cosmic Ray Starlight Cafe – Magic Kingdom

O Cosmic Ray Starlight Cafe fica no Magic Kingdom e, na minha opinião, é o melhor restaurante quick service desse parque.

O topping bar do Cosmic é esse da foto ali de cima, tem até crisps de cebola! Delicinha!

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E olha que FOFO esse hambúrguer do Mickey (USD 15,99)! Você só encontra lá, viu?!

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O Cosmic Ray está localizado na área Tomorrowland. Para ver o cardápio do restaurante, clique aqui.

Fui em outros dois restaurantes nesse estilo, mas infelizmente o meu celular teve uma pane e eu perdi milhares de fotos dessa viagem, então catei as imagens do site oficial mesmo pra falar deles pra vocês! 😉

Restaurantossaurus – Animal Kingdom

O Restorantossaurus tem um topping bar como o do Cosmic Ray e, além disso, tem free refil de refrigerante! Ótimo pra experimentar vários tipos de bebidas diferentes! 🙂

Restorantossaurus

O Restaurantossaurus está localizado na área DinoLand. Para ver o cardápio do restaurante, clique aqui.

Backlot Express – Hollywood Studios

No Backlot Express não rola um buffet como nos dois de cima, mas nele estão disponíveis diversas opções de molhos pra turbinar seu lanche! Ah, e lá também tem free refil de refrigerantes! 😉

Backlot Express

O Backlot Express está localizado na área Echo Lake. Para ver o cardápio do restaurante, clique aqui.

Programando uma viagem pra Orlando? Então leia também esse post com os doces que você precisa comer nos parques. 😉

 

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Três cidades próximas à Gramado e Canela que valem a visita

A Serra Gaúcha conta com cidades incríveis, que vão além das já populares Gramado e Canela. Se você vai visitar a região com tempo, vale a pena esticar a viagem para os municípios vizinhos.

Hoje vou listar três cidades que gosto muito e que ficam a poucos quilômetros das suas vizinhas mais famosas. Existem opções para quem gosta de lugares mais bucólicos, turismo de aventura, natureza exuberante e boa gastronomia. São opções para fazer um bate-volta ou até pra passar algumas noites.

Três Coroas

Conhecida como cidade verde, Três Coroas é também um lugar de espiritualidade, aventura, gastronomia e integração com a natureza. Ela está localizada na encosta da Serra Gaúcha, a 20 km de Gramado.

O seu atrativo turístico mais conhecido é o Templo Budista Chagdud Gonpa Khadro Ling, um passeio que deve ser feito com calma, para contemplar a sintonia entre as cores, a arquitetura, os sons e a natureza do local.

tres - teste

Se você for visitar a cidade apenas como um bate-volta, vale a pena almoçar no delicioso restaurante tibetano que fica próximo ao templo, o Espaço Tibet.

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Três Coroas também é popular pelo rafting (ótimo para viagens em grupos de amigos) e por ter um delicioso café colonial caseiro. Se quiser saber mais sobre essas outras atrações, clica aqui!

São Francisco de Paula

Apesar de pertencer à Região das Hortênsias, São Chico (como também é carinhosamente chamada) não teve tanta influência de imigrantes europeus como aconteceu em Gramado, Canela, Nova Petrópolis e Caxias do Sul. O município é um dos que mais cultiva as tradições campeiras, e você percebe isso nos diversos monumentos da cidade que homenageiam a cultura gauchesca.

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Cartão postal da cidade, o Lago São Bernardo tem uma orla de cerca de 2,5 km, cercado de plátanos e pinheiros (que ficam com as folhas alaranjadas no outono). É um lugar super bonito para caminhadas e para o delicioso costume gaúcho: lagartear ao sol (comendo bergamota ou tomando chimarrão)!

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A cidade também conta com ótimos restaurantes e muitas cachoeiras. Clica aqui pra ler o post completo sobre São Chico!

Cambará do Sul

A 113 km de Gramado, a cidade de Cambará do Sul é uma das minhas favoritas no Estado. A cidade faz divisa com as cidades gaúchas de São Francisco de Paula, Jaquirana, São José dos Ausentes, e com o município catarinense de Praia Grande.

Também conhecida como a “Terra dos Cânions”, Cambará é uma cidade pequena com muitos atrativos naturais – como belas cachoeiras, mas principalmente pelos cânions Itaimbezinho e Fortaleza.

Clica aqui pra ler o post completo sobre a cidade e suas belezas naturais!

cambara destaques

É possível visitar os dois no mesmo dia (sem fazer todas as trilhas), mas para “evitar a fadiga” e aproveitar melhor o passeio, o melhor é reservar um dia para cada um deles e passar uma noite por lá. A cidade também conta com ótimas opções gastronômicas e de hospedagens. Clica aqui pra saber mais!

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E aí, que tal esticar sua visita à Gramado e Canela para conhecer essas belas cidades vizinhas? 🙂

 

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