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Punta Cana: um guia para tirar a viagem do papel

Há 10 anos eu trabalho na Assessoria de Imprensa de um banco, um trabalho que me dá condições de bancar essas viagens (êeee), e que me apresentou os melhores colegas de trabalho do mundo (êeeeeee)!

Uma dessas pessoas que conheci lá, e que se tornaram família pra mim, é a Lane.

A Lane sempre sonhou em viajar pro Caribe, mas planejava, planejava, e acabava nunca tirando a ideia do papel.

Então, um dia apareceu uma passagem boa pra Punta Cana e, no meio do expediente, gritei pra Lane: vamos?

(Para essas pessoas que tem dificuldades em tomar decisões, é sempre bom usar a desculpa de ter que comprar a passagem na hora da promoção, que é pra não pensarem muito mesmo kkk).

Compramos! 🙂

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Lane e eu, no aeroporto de Punta Cana

Para quem deseja conhecer Punta Cana, aqui vão algumas informações básicas:

  • Você precisa de passaporte, mas não precisa de visto.
  • Nem pense em levar a moeda local – leve dólares. Lá todo mundo aceita, inclusive os supermercados.
  • Precisa tomar a vacina da febre amarela. Mas que viajante é você que ainda não tomou? Hoje em dia é bom se vacinar até pra viajar pelo Brasil, né não?

Quando ir

Dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril: é a alta temporada em Punta Cana, então os preços são mais altos. O tempo é seco e com pouca chuva, mas é inverno lá, então as máximas costumam ficar abaixo dos 30 graus. Além disso, a água do mar não é tão quentinha. Nessa época não há risco de furacões.

Em maio, junho e julho é verão em Punta Cana, e ainda não tem risco de furacões. O tempo é mais quente e úmido, com maior incidência de chuvas. O mar é quentinho!

Alerta furacão: agosto, setembro, outubro e novembro. Não é certo que vai ocorrer, mas né… existe a chance. Os preços nos resorts são mais baixos, mas quem garante que você não vai ter a sua viagem arruinada por um desastre natural? Melhor evitar, né?

Decidimos ir em junho e pegamos um tempo excelente. Choveu em alguns momentos, no final da tarde ou à noite, mas aproveitamos todos os dias de praia e piscina.

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As praias

Uvero Alto, Macao e Arena Gorda: mar agitado, com ondas mais fortes.

Bávaro, Cabeça de Toro e Punta Cana: mar calmo e com poucas ondas.

Escolhemos ficar na região da Playa Bávaro, que é a mais conhecida por oferecer a praia estilo Caribe: mar calmo e quentinho, areia branca e muitos coqueiros. Esse trecho de Punta Cana abriga diversos resorts, com os mais variados preços.

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Banho de mar na Playa Bávaro

(Ficamos satisfeitas com a Bávaro? Te conto nesse post!)

Região definida. Próxima etapa…

Escolhendo o Resort!

Escolher o resort certo em Punta Cana é o passo mais importante para se ter uma boa viagem, já que a cidade em si não oferece tantos atrativos. Esse é um destino que super representa o all inclusive – sistema em que todas as refeições, petiscos e bebidas estão incluídas -, e as propriedades são muito bem estruturadas para oferecer uma experiência completa aos hóspedes.

Custo X Benefício

Na hora da decisão, é bom ter em mente que a qualidade das instalações, restaurantes e benefícios são diretamente proporcionais ao preço. Por isso, apesar de ser tentador escolher um hotel que oferece tudo incluído por R$ 400 (como alguns), você não terá a melhor das experiências.

Se você optar por um resort mais barato, vai receber bebidas mais genéricas. Quanto mais cara a diária, mais variados serão os buffets e maior será o número de restaurantes à la carte.

Tendo isso em mente, não escolhemos os mais baratos, nem fomos nos mais caros – ficamos no “meio-termo”.

É aqui que entrou o “pulo do gato”!

Eu já tinha me hospedado na rede Meliã em Varadero e gostei bastante. Pesquisando os hotéis, vimos que o Meliã Caribe Tropical ficava bem no centro da Playa Bávaro e tinha boas notas de avaliação no Tripadvisor.

E aí descobrimos que, reservando direto no site do Meliã, havia um desconto de 30% nos preços das hospedagens em relação ao valor do Booking. Contratamos o serviço “The Level” (um upgrade do hotel, que explico melhor nesse post) pagando menos do que o “regular” no Booking. Boa, hein?

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Meliã Caribe Tropical | Foto: divulgação

Mais dicas:

  • Se for dirigir, não precisa de habilitação internacional, a do Brasil mesmo vale lá.
  • O padrão de tomada é o “Americano Internacional”, que se assemelha a essa carinha: “D=”. Mas se você viaja com frequência, compre um adaptador de tomadas. Uma hora ou outra você vai precisar.
  • Faz calor o ano inteiro em Punta Cana! Abuse das roupas leves na mala. Alguns hotéis exigem calça comprida para os homens nos restaurantes mais formais, mas leve o mínimo possível dessas peças.
  • Ao fazer compras no comércio local e ao fechar os passeios turísticos, não aceite o primeiro valor informado, negocie o preço. Principalmente na hora de fechar os tours, você consegue barganhar bons descontos ao contratar para mais de uma pessoa.
  • Não espere muito no quesito compras, os preços são altos. Ah, você consegue comprar boas lembrancinhas no supermercado, pagando bem menos.
  • O táxi é tabelado, e para o nosso hotel custou US$ 30.
  • Não tem Uber em Punta Cana. Em Santo Domingo, a capital da República Dominicana, sim.

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Felizes em Punta Cana

Quer continuar lendo sobre Punta Cana? Clique aqui para ver como foi a nossa experiência no The Level at Meliã Caribe Tropical e aqui para ler sobre os passeios que fizemos por lá.

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